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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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51
|Marcos 14:51|
ܘܥܠܝܡܐ ܚܕ ܐܬܐ ܗܘܐ ܒܬܪܗ ܘܥܛܝܦ ܤܕܘܢܐ ܥܪܛܠ ܘܐܚܕܘܗܝ ܀
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52
|Marcos 14:52|
ܗܘ ܕܝܢ ܫܒܩ ܤܕܘܢܐ ܘܥܪܩ ܥܪܛܠ ܀
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53
|Marcos 14:53|
ܘܐܘܒܠܘܗܝ ܠܝܫܘܥ ܠܘܬ ܩܝܦܐ ܪܒ ܟܗܢܐ ܘܐܬܟܢܫܘ ܠܘܬܗ ܟܠܗܘܢ ܪܒܝ ܟܗܢܐ ܘܤܦܪܐ ܘܩܫܝܫܐ ܀
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54
|Marcos 14:54|
ܫܡܥܘܢ ܕܝܢ ܡܢ ܪܘܚܩܐ ܐܬܐ ܗܘܐ ܒܬܪܗ ܥܕܡܐ ܠܓܘ ܕܪܬܐ ܕܪܒ ܟܗܢܐ ܘܝܬܒ ܗܘܐ ܥܡ ܡܫܡܫܢܐ ܘܫܚܢ ܠܘܩܒܠ ܢܘܪܐ ܀
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55
|Marcos 14:55|
ܪܒܝ ܟܗܢܐ ܕܝܢ ܘܟܠܗ ܟܢܫܗܘܢ ܒܥܝܢ ܗܘܘ ܥܠ ܝܫܘܥ ܤܗܕܘܬܐ ܕܢܡܝܬܘܢܝܗܝ ܘܠܐ ܐܫܟܚܘ ܀
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56
|Marcos 14:56|
ܟܕ ܤܓܝܐܐ ܓܝܪ ܡܤܗܕܝܢ ܗܘܘ ܥܠܘܗܝ ܠܐ ܫܘܝܢ ܗܘܝ ܤܗܕܘܬܗܘܢ ܀
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57
|Marcos 14:57|
ܐܢܫܝܢ ܕܝܢ ܩܡܘ ܥܠܘܗܝ ܤܗܕܐ ܕܫܘܩܪܐ ܘܐܡܪܘ ܀
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58
|Marcos 14:58|
ܕܚܢܢ ܫܡܥܢܝܗܝ ܕܐܡܪ ܕܐܢܐ ܫܪܐ ܐܢܐ ܗܝܟܠܐ ܗܢܐ ܕܥܒܝܕ ܒܐܝܕܝܐ ܘܠܬܠܬܐ ܝܘܡܝܢ ܒܢܐ ܐܢܐ ܐܚܪܢܐ ܕܠܐ ܥܒܝܕ ܒܐܝܕܝܐ ܀
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59
|Marcos 14:59|
ܘܐܦܠܐ ܕܝܢ ܗܟܢܐ ܫܘܝܐ ܗܘܬ ܤܗܕܘܬܗܘܢ ܀
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60
|Marcos 14:60|
ܘܩܡ ܪܒ ܟܗܢܐ ܒܡܨܥܬܐ ܘܫܐܠܗ ܠܝܫܘܥ ܘܐܡܪ ܠܐ ܡܦܢܐ ܐܢܬ ܦܬܓܡܐ ܡܢܐ ܡܤܗܕܝܢ ܥܠܝܟ ܗܠܝܢ ܀
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva