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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Marcos 8:1|
ܒܗܢܘܢ ܕܝܢ ܝܘܡܬܐ ܟܕ ܟܢܫܐ ܤܓܝܐܐ ܐܝܬ ܗܘܐ ܘܠܐ ܐܝܬ ܗܘܐ ܡܕܡ ܕܢܐܟܠܘܢ ܩܪܐ ܠܬܠܡܝܕܘܗܝ ܘܐܡܪ ܠܗܘܢ ܀
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2
|Marcos 8:2|
ܡܬܪܚܡ ܐܢܐ ܥܠ ܟܢܫܐ ܗܢܐ ܕܗܐ ܬܠܬܐ ܝܘܡܝܢ ܩܘܝܘ ܠܘܬܝ ܘܠܝܬ ܠܗܘܢ ܡܢܐ ܢܐܟܠܘܢ ܀
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3
|Marcos 8:3|
ܘܐܢ ܗܘ ܕܫܪܐ ܐܢܐ ܠܗܘܢ ܟܕ ܨܝܡܝܢ ܠܒܬܝܗܘܢ ܥܝܦܝܢ ܒܐܘܪܚܐ ܐܢܫܐ ܓܝܪ ܡܢܗܘܢ ܡܢ ܪܘܚܩܐ ܐܬܝܐܝܢ ܀
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4
|Marcos 8:4|
ܐܡܪܝܢ ܠܗ ܬܠܡܝܕܘܗܝ ܐܝܡܟܐ ܡܫܟܚ ܐܢܫ ܗܪܟܐ ܒܚܘܪܒܐ ܕܢܤܒܥ ܠܚܡܐ ܠܗܠܝܢ ܟܠܗܘܢ ܀
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5
|Marcos 8:5|
ܘܫܐܠ ܐܢܘܢ ܗܘ ܟܡܐ ܠܚܡܝܢ ܐܝܬ ܠܟܘܢ ܐܡܪܝܢ ܠܗ ܫܒܥܐ ܀
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6
|Marcos 8:6|
ܘܦܩܕ ܠܟܢܫܐ ܕܢܤܬܡܟܘܢ ܥܠ ܐܪܥܐ ܘܢܤܒ ܗܢܘܢ ܫܒܥܐ ܠܚܡܝܢ ܘܒܪܟ ܘܩܨܐ ܘܝܗܒ ܠܬܠܡܝܕܘܗܝ ܕܢܤܝܡܘܢ ܘܤܡܘ ܠܟܢܫܐ ܀
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7
|Marcos 8:7|
ܘܐܝܬ ܗܘܘ ܢܘܢܐ ܩܠܝܠ ܘܐܦ ܥܠܝܗܘܢ ܒܪܟ ܘܐܡܪ ܕܢܤܝܡܘܢ ܐܢܘܢ ܀
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8
|Marcos 8:8|
ܘܐܟܠܘ ܘܤܒܥܘ ܘܫܩܠܘ ܬܘܬܪܐ ܕܩܨܝܐ ܫܒܥܐ ܐܤܦܪܝܕܝܢ ܀
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9
|Marcos 8:9|
ܐܝܬܝܗܘܢ ܗܘܘ ܕܝܢ ܐܢܫܐ ܕܐܟܠܘ ܐܝܟ ܐܪܒܥܐ ܐܠܦܝܢ ܀
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10
|Marcos 8:10|
ܘܫܪܐ ܐܢܘܢ ܘܤܠܩ ܡܚܕܐ ܠܤܦܝܢܬܐ ܥܡ ܬܠܡܝܕܘܗܝ ܘܐܬܐ ܠܐܬܪܐ ܕܕܠܡܢܘܬܐ ܀
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Sugestões

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20 de maio LAB 506
EM TEMPO DE CRISE
2Crônicas 32-33
Ontem, comentei sobre Ezequias e tudo de bom que ele foi e fez. Porém, como nada é perfeito, na leitura de hoje, encontramos um problemão que Ezequias enfrentou. Desafio-lhe a complementar e entender melhor essa história em 2Reis 18-19.
Depois que Ezequias e o povo estavam há anos pagando impostos aos assírios - o povo que dominava a região, na época - e Ezequias ter então decidido se rebelar, os assírios vieram com tudo para cima deles. O profeta Isaías avisou Ezequias para ficar “bonzinho” (Isaías 30-313), mas ele não quis dar ouvidos! Os assírios, súditos de Senaqueribe, vieram do norte massacrando o reino de Israel, deixando terror e destruição por onde passavam. E agora estavam batendo à porta dos judeus. Quando se viu ameaçado, Ezequias mudou de ideia rapidamente e enviou o imposto que devia, mas aí não adiantava mais. Havia muitas taxas devido às multas de atraso.
Senaqueribe exigiu que os judeus se rendessem completamente. Novamente, Ezequias se recusou a fazer. A impressão que temos é de que houve duas invasões assírias, mas não é possível definir isso direito no texto bíblico. Não se sabe ao certo onde terminaria uma e começaria a outra. Mas num desses ataques, os assírios fizeram uma advertência aos judeus, dizendo que nem Deus os salvaria.
As palavras de Senaqueribe pareciam convincentes, pois nenhum dos deuses das outras nações tinha livrado ninguém das mãos dos poderosos assírios. Então, o que iria fazer os judeus pensarem que Seu Deus faria algo melhor por eles?
“Não ouçam Ezequias; rendam-se a mim e livrem-se do mesmo destino que tiveram esses outros que confiaram em seus deuses.” Imagine que você fosse um dos judeus dentro dos muros da cidade, tendo do lado de fora um exército numeroso e feroz, zombando do seu Deus e oferecendo promessas maravilhosas, desde que se rendesse. Mas, “o povo permaneceu calado e nada disse em resposta, pois o rei tinha ordenado: Não lhe respondam” (2Reis 18:36). Suponha que, no lugar de Ezequias, fosse o rei Acaz ou Jeorão, que tinham estado em profunda apostasia e liderado o povo assim. Judá estaria tão disposto a obedecer? Por que Ezequias conseguiu que eles confiassem nele e nas promessas de libertação de Deus? Perceba o papel que a reforma de Ezequias teve em ajudar a fortalecer a fé do povo de que Deus os livraria. O resultado seria diferente se não tivesse o reavivamento.
A sabedoria espiritual para discernir entre o certo e o errado na hora da crise não chega na hora da crise. Ela é adquirida antes, na proporção do quanto buscamos a Deus nos tempos de paz.
Valdeci Júnior
Fátima Silva