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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
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|1 Crônicas 4:21|
os filhos de Selá, filho de Judá: Er, pai de Leca, e Lada, pai de Maressa; Selá foi também pai das famÃlias da casa dos obreiros em linho, em Bete-Asbéia,
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|1 Crônicas 4:22|
como ainda Joquim, e os homens de Cozeba, de Joás, de Sarafe, os quais dominavam sobre Moabe, e de Jasubi-Leém. Estes registros são antigos.
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|1 Crônicas 4:23|
Estes eram oleiros e habitantes de Netaim e de Gedera; moravam ali com o rei para o servirem.
- Descendentes de Simeão
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|1 Crônicas 4:24|
Os filhos de Simeão foram: Nemuel, Jamim, Jaribe, Zerá e Saul,
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|1 Crônicas 4:25|
de quem foi filho Salum, de quem foi filho Mibsão, de quem foi filho Misma.
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|1 Crônicas 4:26|
O filho de Misma foi Hamuel, de quem foi filho Zacur, de quem foi filho Simei.
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|1 Crônicas 4:27|
Simei teve dezesseis filhos e seis filhas; mas seus irmãos não tiveram muitos filhos, nem se multiplicaram todas as suas famÃlias como os filhos de Judá.
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|1 Crônicas 4:28|
Habitavam em Berseba, em Molada, em Hazar-Sual,
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|1 Crônicas 4:29|
em Bila, em Ezém, em Tolade,
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|1 Crônicas 4:30|
em Betuel, em Horma, em Ziclague,
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva