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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- Comparadas a sabedoria e a loucura
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1
|Eclesiastes 7:1|
Melhor é a boa fama do que o ungüento precioso, e o dia da morte, melhor do que o dia do nascimento.
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2
|Eclesiastes 7:2|
Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquela se vê o fim de todos os homens; e os vivos que o tomem em consideração.
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3
|Eclesiastes 7:3|
Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração.
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4
|Eclesiastes 7:4|
O coração dos sábios está na casa do luto, mas o dos insensatos, na casa da alegria.
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5
|Eclesiastes 7:5|
Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato.
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6
|Eclesiastes 7:6|
Pois, qual o crepitar dos espinhos debaixo de uma panela, tal é a risada do insensato; também isto é vaidade.
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7
|Eclesiastes 7:7|
Verdadeiramente, a opressão faz endoidecer até o sábio, e o suborno corrompe o coração.
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8
|Eclesiastes 7:8|
Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio; melhor é o paciente do que o arrogante.
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9
|Eclesiastes 7:9|
Não te apresses em irar-te, porque a ira se abriga no íntimo dos insensatos.
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10
|Eclesiastes 7:10|
Jamais digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Pois não é sábio perguntar assim.
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Sugestões

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23 de fevereiro LAB 420
PODEMOS MUDAR?
Números 33-34
“Na minha vida, não aguento mais mudanças!” Essa foi a frase que ouvi minha mãe dizer em resposta a uma proposta que eu estava fazendo para ela, tentando oferecer algo bom. Minha mãe estava viúva e morando sozinha, longe dos parentes, longe de tudo, há mais de mil quilômetros dos filhos. E naquela preocupação de filho mais velho, protetor, eu estava propondo que ela morasse conosco. Não seria exatamente na mesma casa, mas em algum tipo de casa para que pudéssemos ficar pertinho. Cada vez que eu mudasse, minha mãe iria junto.
Minha mãe sabe o quanto mudo. Vida de pastor é assim: ir aonde Deus mandar. Quando ela disse essa frase para mim, sabia que nos últimos seis anos, eu já estava no sétimo apartamento. Foi por isso que ela disse aquela frase. Ela não estava dizendo que não é uma pessoa aberta a mudanças de paradigmas, mas só não queria mais viver feito cigano, beduíno ou qualquer outro tipo de gente nômade. Nada contra, mas o que ela gostaria era ficar quieta no cantinho dela. Isso está relacionado com estabilidade.
Penso que esses sentimentos sobre mudar ou não estavam bem aflorados na pele daquele pessoal que encontramos na leitura bíblica de hoje. Em Números 33, no relatório das etapas da viagem que eles tiveram desde o Egito, acampando aqui e ali, durou cerca de quarenta anos. Quantos lugares diferentes! Tentei contar, mas perdi a conta desses lugares.
Já pensou que vida era aquela? Levanta acampamento aqui, para ali, arma barraca acolá, e parecia que a jornada não tinha mais um paradeiro. Será que eles disseram: “Na minha vida, eu não aguento mais mudanças?”
Infelizmente, não! O sentimento deles era mais do tipo: “Eu não aguento mais mudanças na minha vida.” Você percebe a diferença? Uma coisa é dizer: “Na minha vida, eu não aguento mais mudanças”; outra, é dizer: “Eu não aguento mais mudanças na minha vida.” A diferença é o lugar onde estamos falando que ela possa acontecer. Uma coisa é, durante essa vida, não querer mais mudar-se de um lugar para outro. Outra, é não querer que mais nada na sua vida seja mudado. Aí é onde está o problema. Esse era o problema daquele povo.
Deus sabia muito bem disso, pois conhecia os israelitas. Parar de mudar-se pra lá e pra cá fisicamente não era o problema. Tanto é que em Números 34, Deus toca a buzina do “terra a vistaaa”, mostrando o final do itinerário. Mas no final do capítulo 33, o recado é: “Cuidado com o que você vai mudar ou deixar que não mude no seu relacionamento com o Senhor!”
Valdeci Júnior
Fátima Silva