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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- Jesus prega em Nazaré. É rejeitado pelos seus
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1
|Marcos 6:1|
Tendo Jesus partido dali, foi para a sua terra, e os seus discípulos o acompanharam.
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2
|Marcos 6:2|
Chegando o sábado, passou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se maravilhavam, dizendo: Donde vêm a este estas coisas? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos?
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3
|Marcos 6:3|
Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E não vivem aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se nele.
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4
|Marcos 6:4|
Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra, entre os seus parentes e na sua casa.
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5
|Marcos 6:5|
Não pôde fazer ali nenhum milagre, senão curar uns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.
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6
|Marcos 6:6|
Admirou-se da incredulidade deles. Contudo, percorria as aldeias circunvizinhas, a ensinar.
- As instruções para os doze
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7
|Marcos 6:7|
Chamou Jesus os doze e passou a enviá-los de dois a dois, dando-lhes autoridade sobre os espíritos imundos.
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8
|Marcos 6:8|
Ordenou-lhes que nada levassem para o caminho, exceto um bordão; nem pão, nem alforje, nem dinheiro;
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9
|Marcos 6:9|
que fossem calçados de sandálias e não usassem duas túnicas.
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10
|Marcos 6:10|
E recomendou-lhes: Quando entrardes nalguma casa, permanecei aí até vos retirardes do lugar.
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Sugestões

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10 de janeiro LAB 376
EGOLATRIA
Gênesis 31-33
Você está fugindo de alguma coisa? Quero convidá-lo a fugir. Vamos fugir? O quê? Precisamos fugir da idolatria. Talvez você imagine que não precisa fugir da idolatria, por não ter nenhum santuário cheio de imagens em casa. Mas cada um de nós corre o risco de idolatrar alguma coisa até mesmo secular. Na leitura de hoje, tem a história de pessoas que estavam muito apegadas a itens não-religiosos.
Muitos, ao ler Gênesis 31, encabulam-se em pensar numa possível conivência da parte de Deus, permitindo que seus patriarcas fossem religiosos idolátricos. E a pergunta é: “As estatuetas que Raquel roubou denotam que Jacó era idólatra?”
As estatuetas que as pessoas da família de Abraão usavam e que aparecesse na nossa Bíblia traduzidas como ídolos ou deuses, na realidade, não eram adoradas por eles.
No original hebraico, a palavra é “terafim”. Eram bonequinhos de barro usados como documentação de propriedades. Quem os possuía era dono dos bens materiais a que se referiam, como se fosse a escritura de uma fazenda.
Muitos anos depois, as pessoas passaram a adorar essas estatuetas. Daí sim, elas passaram a ocupar o contexto de idolatria. Por isso, vem a confusão ao se interpretar o texto hebraico do Antigo Testamento em saber se o terafim era um objeto de documentação ou de adoração.
No caso da família de Abraão, se você analisar bem o contexto, verá que a importância que as estátuas tinham para eles era de documentação e não de adoração porque:
a) Na fuga de Jacó e Raquel, com a perseguição de Labão, a motivação de seus confrontos era a preocupação com os bens materiais, a herança, o salário, etc.;
b) Eles não aparecem orando ou preocupados com a veneração a esses objetos;
c) Nessa história, eles sempre adoram ao Senhor;
d) Raquel chega a sentar-se em cima das estatuetas - ela jamais faria isso com o que considerasse santo.
A única idolatria que poderia estar se passando por ali era a de colocar os bens materiais na frente de Deus, nas prioridades do coração. Essa é a mesma idolatria na qual corremos o risco de cair hoje, pois onde está o nosso tesouro, também está o nosso coração (Mateus 6:21). Mas, nesse caso, o problema não está com o objeto idolatrado e sim com a disposição mental da pessoa relacionada ao objeto. O maior inimigo do homem é ele próprio. Nossa tendência é amar tanto o nosso ego, ao ponto extremo de colocá-lo acima de Deus. A egolatria também é pecado, porque nos aliena do Pai que está no Céu.
Lembre-se sempre de dar toda a honra, glória e louvor somente a Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva