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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- A segunda multiplicação de pães e peixes
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1
|Marcos 8:1|
Naqueles dias, quando outra vez se reuniu grande multidão, e não tendo eles o que comer, chamou Jesus os discípulos e lhes disse:
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2
|Marcos 8:2|
Tenho compaixão desta gente, porque há três dias que permanecem comigo e não têm o que comer.
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3
|Marcos 8:3|
Se eu os despedir para suas casas, em jejum, desfalecerão pelo caminho; e alguns deles vieram de longe.
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4
|Marcos 8:4|
Mas os seus discípulos lhe responderam: Donde poderá alguém fartá-los de pão neste deserto?
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5
|Marcos 8:5|
E Jesus lhes perguntou: Quantos pães tendes? Responderam eles: Sete.
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6
|Marcos 8:6|
Ordenou ao povo que se assentasse no chão. E, tomando os sete pães, partiu-os, após ter dado graças, e os deu a seus discípulos, para que estes os distribuíssem, repartindo entre o povo.
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7
|Marcos 8:7|
Tinham também alguns peixinhos; e, abençoando-os, mandou que estes igualmente fossem distribuídos.
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8
|Marcos 8:8|
Comeram e se fartaram; e dos pedaços restantes recolheram sete cestos.
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9
|Marcos 8:9|
Eram cerca de quatro mil homens. Então, Jesus os despediu.
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10
|Marcos 8:10|
Logo a seguir, tendo embarcado juntamente com seus discípulos, partiu para as regiões de Dalmanuta.
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Sugestões

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11 de maio LAB 497
OBVIAMENTE
2Crônicas 05-07
Se você ligar para mim, meu telefone irá tocar. Se passar um e-mail, chegará no meu computador. Se escrever uma carta, o correio irá me entregar. Você irá dizer: “Dãh!” Tão óbvio, não?
No entanto, esse é ponto: a obviedade. Esse é um problema que podemos ter: nos esquecemos justamente do mais básico, do óbvio. Como somos burros! Preocupamo-nos com tanta coisa sofisticada e nos esquecemos do essencial, que geralmente é o mais simples. Quer ver só? Relembrando sobre o que escrevi no primeiro parágrafo, lembra daquele versículo memorável, que muita gente sabe até de cor, que diz: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra?” Você sabe que essas palavras eram tão óbvias que, no contexto deles, elas chegavam a ser lugar-comum? Não entendo como Deus tem tanta paciência - se dar ao sacrifício de “redundar tantas redundâncias” para ver se numa dessas voltas, talvez consiga nos laçar para o Seu coração, Seu abraço.
O verso de 2Crônicas 7:14 era óbvio porque, se lermos desde o capítulo anterior, vemos que havia acontecido exatamente isso. Veja bem: 2Crônicas 6:12 em diante mostra uma longa oração de Salomão. Ele estava buscando a Deus. Aí, quando entra aí o capítulo sete, diz que “Assim que Salomão acabou de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios, e a glória do SENHOR encheu o templo”. O verso doze declara que “o SENHOR lhe apareceu de noite e disse: “Ouvi sua oração, e escolhi este lugar para mim, como um templo para sacrifícios”. Logo a seguir, quando estava mais que demonstrado que quando alguém ora a Deus de todo o coração, com todo o seu desempenho, a oração toca o coração de Deus, quando isso tinha acabado de acontecer com Salomão, Deus fala as palavras que destaquei acima: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se...”
Para que falar isso se Salomão havia acabado de chamar pelo nome de Deus? Ele não tinha acabado de se humilhar? Não tinha acabado de orar, de buscar a face do Senhor? Não tinha acabado de se converter dos seus maus caminhos? E Deus não tinha acabado de ouvir Salomão? O Senhor não tinha acabado de perdoar seus pecados? Ele não tinha acabado de abençoar a terra de Salomão? Então para que dizer que se alguém O buscasse, Ele atenderia? Para que redundar?
É porque, infelizmente e obviamente, nós esquecemos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva