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Vietnamese (1934) -
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13
|Naum 3:13|
Nầy, dân sự ngươi là đờn bà ở giữa ngươi. Các cửa thành của đất ngươi sẽ mở rộng cho quân thù ngươi; lửa đã thiêu nuốt những then ngươi!
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14
|Naum 3:14|
Ngươi khá múc nước để phòng cơn vây hãm, làm vững chắc đồn lũy ngươi. Khá đạp bùn, nhồi đất sét, và xây lại lò gạch!
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15
|Naum 3:15|
Tại đó lửa sẽ thiêu ngươi, gươm sẽ diệt ngươi, nuốt ngươi như cào cào vậy, ngươi khá nhóm lại đông như cào cào, nhiều như châu chấu!
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16
|Naum 3:16|
Ngươi đã thêm kẻ buôn bán ngươi nhiều ra như sao trên trời; cào cào đã cắn phá hết rồi trốn đi.
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17
|Naum 3:17|
Các quan trưởng ngươi như cào cào, các quan tướng ngươi như bầy châu chấu đậu trên hàng rào trong khi trời lạnh, đến chừng mặt trời mọc, nó đi mất, người ta không biết nó ở đâu.
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18
|Naum 3:18|
Hỡi vua A-si-ri, những kẻ chăn của ngươi ngủ rồi! Những kẻ sang trọng của ngươi đều yên nghỉ; dân sự ngươi tan lạc nơi các núi, không ai nhóm họp chúng nó lại.
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19
|Naum 3:19|
Vết thương ngươi không thuốc chữa, dấu vít ngươi rất hiểm nghèo; phàm kẻ nghe nói về ngươi đều vỗ tay trên ngươi; vì ai là kẻ chẳng từng chịu luôn sự hung ác của ngươi!
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva