-
-
Vietnamese (1934) -
-
1
|Cantares 1:1|
Nhã ca trong các bài ca, mà Sa-lô-môn đã làm.
-
2
|Cantares 1:2|
Nguyện người hôn tôi bằng cái hôn của miệng người. Vì ái tình chàng ngon hơn rượu.
-
3
|Cantares 1:3|
Dầu chàng có mùi thơm tho; Danh chàng thơm như dầu đổ ra; Bởi cớ ấy các gái đồng trinh yêu mến chàng.
-
4
|Cantares 1:4|
Hãy kéo tôi; chúng tôi sẽ chạy theo chàng, Vua đã dẫn tôi vào phòng Ngài. Chúng tôi sẽ vui mừng và khoái lạc nơi chàng; Chúng tôi sẽ nói đến ái tình chàng hơn rượu. Các gái đồng trinh yêu mến chàng cách chánh trực.
-
5
|Cantares 1:5|
Hỡi các con gái Giê-ru-sa-lem, tôi đen, song xinh đẹp, Như các trại Kê-đa, như màn cháng của Sa-lô-môn.
-
6
|Cantares 1:6|
Chớ dòm xem tôi, bởi vì tôi đen, Mặt trời đã giọi nám tôi. Các con trai của mẹ tôi giận tôi, Ðã đặt tôi coi giữ vườn nho; Còn vườn nho riêng của tôi, tôi không coi giữ.
-
7
|Cantares 1:7|
Hỡi người mà lòng tôi yêu mến, hãy tỏ cho tôi biết. Chàng chăn bầy ở đâu, Ban trưa cho nó nằm nghỉ tại nơi nào; Vì cớ sao tôi phải như một người nữ che mặt Ở bên bầy của các bạn chàng?
-
8
|Cantares 1:8|
Hỡi người đẹp hơn hết trong các người nữ, Nếu ngươi chẳng biết, hãy ra theo dấu của bầy, Và chăn các dê con mình gần bên trại kẻ chăn chiên.
-
9
|Cantares 1:9|
Hỡi bạn tình ta, ta sánh mình như ngựa cái của xe Pha-ra-ôn.
-
10
|Cantares 1:10|
Ðôi má mình đẹp với đồ trang sức; Cổ mình xinh với hột trân châu.
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva