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Vietnamese (1934) -
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1
|Cantares 4:1|
Hỡi bạn tình ta, nầy mình đẹp đẽ thay, mình đẹp đẽ thay! Mắt mình trong lúp giống như mắt bò câu; Tóc mình khác nào bầy dê nằm nơi triền núi Ga-la-át.
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2
|Cantares 4:2|
Răng mình như thể bầy chiên mới hớt lông, Từ ao tắm rửa đi lên, Thảy đều sanh đôi, không một con nào son sẻ.
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3
|Cantares 4:3|
Môi mình tợ sợi chỉ hồng, Miệng mình có duyên thay; Má mình trong lúp tợ như nửa quả lựu.
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4
|Cantares 4:4|
Cổ mình như tháp Ða-vít, xây cất để treo binh khí; Ngàn cái khiên của tay anh hùng.
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5
|Cantares 4:5|
Hai nương long mình như cặp con sanh đôi của hoàng dương, Thả ăn giữa đám hoa huệ.
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6
|Cantares 4:6|
Ta sẽ đi lên núi một dược, Ðến đồi nhũ hương, Ở cho đến khi hừng đông lố ra, Và bóng tối tan đi.
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7
|Cantares 4:7|
Hỡi bạn ta, mình vốn xinh đẹp mọi bề, Nơi mình chẳng có tì vít gì cả.
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8
|Cantares 4:8|
Hỡi tân phụ ta, hãy cùng ta đến từ Li-ban, Hãy cùng ta đến từ Li-ban; Khá nhìn xem từ chót A-ma-na, Từ đỉnh Sa-nia và Hẹt-môn, Từ hang sư tử, Từ núi con beo.
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9
|Cantares 4:9|
Hỡi em gái ta, tân phụ ta ơi, mình đã cướp lấy lòng ta, Vì một cái liếc mắt, vì một vòng trân châu nơi cổ mình, mình đã cướp lấy lòng ta.
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10
|Cantares 4:10|
Hỡi em gái ta, tân phụ ta ơi, ái tình mình đẹp là dường nào! ái tình mình ngon hơn rượu, Và mùi thơm của dầu mình tốt hơn các thức hương!
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva