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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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11
|Números 23:11|
Bấy giờ, Ba-lác nói cùng Ba-la-am rằng: Ngươi đã làm chi với ta? Ta thỉnh ngươi để rủa sả những thù nghịch ta, kìa ngươi lại chúc phước cho!
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12
|Números 23:12|
Người đáp rằng: Tôi há không nên cẩn thận nói điều Giê-hô-va đặt vào miệng tôi sao?
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13
|Números 23:13|
Ba-lác bèn nói: Vậy, hãy đến cùng ta trong một chỗ khác, là nơi ngươi sẽ thấy dân nầy, vì ngươi chỉ đã thấy ở đầu cùng nó, chớ không thấy hết; ở đó hãy rủa sả nó cho ta.
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14
|Números 23:14|
Vậy, người dẫn Ba-la-am đến đồng Xô-phim, trên chót núi Phích-ga, lập bảy cái bàn thờ, và trên mỗi cái dâng một con bò đực và một con chiên đực.
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15
|Números 23:15|
Ba-la-am bèn nói cùng Ba-lác rằng: Hãy đứng đây gần của lễ thiêu của vua, còn tôi sẽ đi lại đó, đón Ðức Giê-hô-va.
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16
|Números 23:16|
Ðức Giê-hô-va hiện ra cùng Ba-la-am, mà rằng: Hãy trở về cùng Ba-lác và nói như vậy.
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17
|Números 23:17|
Ba-la-am trở về cùng Ba-lác; người và các sứ thần Mô-áp đứng gần của lễ thiêu của vua. Ba-lác hỏi: Ðức Giê-hô-va có phán chi?
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18
|Números 23:18|
Ba-la-am bèn nói lời ca mình mà rằng: Hỡi Ba-lác, hãy đứng dậy và nghe! Hỡi con trai Xếp-bô, hãy lắng tai!
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19
|Números 23:19|
Ðức Chúa Trời chẳng phải là người để nói dối, Cũng chẳng phải là con loài người đặng hối cải. Ðiều Ngài đã nói, Ngài há sẽ chẳng làm ư? Ðiều Ngài đã phán, Ngài há sẽ chẳng làm ứng nghiệm sao?
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20
|Números 23:20|
Nầy, tôi đã lãnh mạng chúc phước; Ngài đã ban phước, tôi chẳng cải đâu.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva