-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
World English Bible -
-
1
|2 Crônicas 33:1|
"Manasseh was twelve years old when he began to reign; and he reigned fifty-five years in Jerusalem."
-
2
|2 Crônicas 33:2|
He did that which was evil in the sight of Yahweh, after the abominations of the nations whom Yahweh cast out before the children of Israel.
-
3
|2 Crônicas 33:3|
"For he built again the high places which Hezekiah his father had broken down; and he reared up altars for the Baals, and made Asheroth, and worshiped all the army of the sky, and served them."
-
4
|2 Crônicas 33:4|
"He built altars in the house of Yahweh, of which Yahweh said, "My name shall be in Jerusalem forever."
-
5
|2 Crônicas 33:5|
He built altars for all the army of the sky in the two courts of the house of Yahweh.
-
6
|2 Crônicas 33:6|
"He also made his children to pass through the fire in the valley of the son of Hinnom; and he practiced sorcery, and used enchantments, and practiced sorcery, and dealt with those who had familiar spirits, and with wizards: he worked much evil in the sight of Yahweh, to provoke him to anger."
-
7
|2 Crônicas 33:7|
"He set the engraved image of the idol, which he had made, in the house of God, of which God said to David and to Solomon his son, "In this house, and in Jerusalem, which I have chosen out of all the tribes of Israel, will I put my name forever:"
-
8
|2 Crônicas 33:8|
"neither will I any more remove the foot of Israel from off the land which I have appointed for your fathers, if only they will observe to do all that I have commanded them, even all the law and the statutes and the ordinances given by Moses."
-
9
|2 Crônicas 33:9|
Manasseh seduced Judah and the inhabitants of Jerusalem, so that they did evil more than did the nations whom Yahweh destroyed before the children of Israel.
-
10
|2 Crônicas 33:10|
"Yahweh spoke to Manasseh, and to his people; but they gave no heed."
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva