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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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16
|2 Crônicas 3:16|
"He made chains in the oracle, and put [them] on the tops of the pillars; and he made one hundred pomegranates, and put them on the chains."
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17
|2 Crônicas 3:17|
"He set up the pillars before the temple, one on the right hand, and the other on the left; and called the name of that on the right hand Jachin, and the name of that on the left Boaz."
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1
|2 Crônicas 4:1|
Then he made an altar of brass, twenty cubits its length, and twenty cubits its breadth, and ten cubits its height.
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2
|2 Crônicas 4:2|
"Also he made the molten sea of ten cubits from brim to brim, round in compass; and its height was five cubits; and a line of thirty cubits encircled it."
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3
|2 Crônicas 4:3|
Under it was the likeness of oxen, which encircled it, for ten cubits, encircling the sea. The oxen were in two rows, cast when it was cast.
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4
|2 Crônicas 4:4|
It stood on twelve oxen, three looking toward the north, and three looking toward the west, and three looking toward the south, and three looking toward the east: and the sea was set on them above, and all their hinder parts were inward.
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5
|2 Crônicas 4:5|
"It was a handbreadth thick; and its brim was worked like the brim of a cup, like the flower of a lily: it received and held three thousand baths."
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6
|2 Crônicas 4:6|
"He made also ten basins, and put five on the right hand, and five on the left, to wash in them; such things as belonged to the burnt offering they washed in them; but the sea was for the priests to wash in."
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7
|2 Crônicas 4:7|
"He made the ten lampstands of gold according to the ordinance concerning them; and he set them in the temple, five on the right hand, and five on the left."
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8
|2 Crônicas 4:8|
He made also ten tables, and placed them in the temple, five on the right side, and five on the left. He made one hundred basins of gold.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva