-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
World English Bible -
-
1
|Provérbios 25:1|
These also are proverbs of Solomon, which the men of Hezekiah king of Judah copied out.
-
2
|Provérbios 25:2|
It is the glory of God to conceal a thing, but the glory of kings is to search out a matter.
-
3
|Provérbios 25:3|
As the heavens for height, and the earth for depth, so the hearts of kings are unsearchable.
-
4
|Provérbios 25:4|
"Take away the dross from the silver, and material comes out for the refiner;"
-
5
|Provérbios 25:5|
Take away the wicked from the king's presence, and his throne will be established in righteousness.
-
6
|Provérbios 25:6|
"Don't exalt yourself in the presence of the king, or claim a place among great men;"
-
7
|Provérbios 25:7|
"for it is better that it be said to you, "Come up here," than that you should be put lower in the presence of the prince, whom your eyes have seen."
-
8
|Provérbios 25:8|
Don't be hasty in bringing charges to court. What will you do in the end when your neighbor shames you?
-
9
|Provérbios 25:9|
"Debate your case with your neighbor, and don't betray the confidence of another;"
-
10
|Provérbios 25:10|
lest one who hears it put you to shame, and your bad reputation never depart.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva