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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Xhosa -
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31
|Atos 13:31|
Yena lowo wabonwa imihla emininzi ngabo babenyuke naye, bevela kwelaseGalili besiya eYerusalem; ngabo ke abangamangqina akhe ebantwini.
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32
|Atos 13:32|
Nathi sinishumayeza iindaba ezilungileyo zedinga elo labakho koobawo bethu,
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33
|Atos 13:33|
zokokuba uThixo ulizalisile lona kuthi, bantwana babo, ngokumvusa uYesu; njengokuba nakwiNdumiso yesibini kubhaliwe kwathiwa, Wena unguNyana wam, ndikuzele mna namhla.
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34
|Atos 13:34|
Malunga ke nokumvusa kwakhe kwabafileyo, angabi sabuyela ekuboleni, uselethe ukuthetha, Ndiya kuninika iinceba eziqinisekileyo zikaDavide.
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35
|Atos 13:35|
Kungoko athi nakwenye iNdumiso, Akuyi kumyekela oyiNgcwele wakho ukuba abone ukubola.
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36
|Atos 13:36|
Kuba uDavide okunene, akuba elisebenzele kwesakhe isizukulwana icebo likaThixo, walala ubuthongo, wabekwa kooyise, wakubona ukubola;
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37
|Atos 13:37|
ke yena owavuswayo nguThixo, akabonanga kubola.
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38
|Atos 13:38|
Makwazeke ngoko kuni, madoda, bazalwana, ukuba ngaye lowo kuxelwa kuni uxolelo lwezono;
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39
|Atos 13:39|
nakuzo zonke izinto ebeningenako ukugwetyelwa nikhululeke kuzo ngomthetho kaMoses, bonke abakholwayo bayagwetyelwa ngaye yena lowo.
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40
|Atos 13:40|
Lumkani ke ngoko, ningafikelwa koko kuthethiweyo ebaprofetini, kusithiwa,
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva