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Young's Literal Translation -
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7
|Cantares 3:7|
Lo, his couch, that [is] Solomon`s, Sixty mighty ones [are] around it, Of the mighty of Israel,
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8
|Cantares 3:8|
All of them holding sword, taught of battle, Each his sword by his thigh, for fear at night.
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9
|Cantares 3:9|
A palanquin king Solomon made for himself, Of the wood of Lebanon,
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10
|Cantares 3:10|
Its pillars he made of silver, Its bottom of gold, its seat of purple, Its midst lined [with] love, By the daughters of Jerusalem.
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11
|Cantares 3:11|
Go forth, and look, ye daughters of Zion, On king Solomon, with the crown, With which his mother crowned him, In the day of his espousals, And in the day of the joy of his heart!
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1
|Cantares 4:1|
Lo, thou [art] fair, my friend, lo, thou [art] fair, Thine eyes [are] doves behind thy veil, Thy hair as a row of the goats That have shone from mount Gilead,
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2
|Cantares 4:2|
Thy teeth as a row of the shorn ones That have come up from the washing, For all of them are forming twins, And a bereaved one is not among them.
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3
|Cantares 4:3|
As a thread of scarlet [are] thy lips, And thy speech [is] comely, As the work of the pomegranate [is] thy temple behind thy veil,
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|Cantares 4:4|
As the tower of David [is] thy neck, built for an armoury, The chief of the shields are hung on it, All shields of the mighty.
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5
|Cantares 4:5|
Thy two breasts [are] as two fawns, Twins of a roe, that are feeding among lilies.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva