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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|Ezequiel 19:1|
And thou, lift up a lamentation unto princes of Israel,
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2
|Ezequiel 19:2|
and thou hast said: What [is] thy mother? -- a lioness, Among lions she hath crouched down, In the midst of young lions she hath multiplied her whelps.
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3
|Ezequiel 19:3|
And she bringeth up one of her whelps, A young lion it hath been, And it learneth to tear prey, man it hath devoured.
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4
|Ezequiel 19:4|
And hear of it do nations, In their pit it hath been caught, And they bring it in with chains unto the land of Egypt.
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5
|Ezequiel 19:5|
And she seeth, that stayed -- perished hath her hope, And she taketh one of her whelps, A young lion she hath made it.
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6
|Ezequiel 19:6|
And it goeth up and down in the midst of lions, A young lion it hath been, And it learneth to tear prey, man it hath devoured.
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7
|Ezequiel 19:7|
And it knoweth his forsaken habitations, And their cities it hath laid waste, And desolate is the land and its fulness, Because of the voice of his roaring.
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8
|Ezequiel 19:8|
And set against it do nations Round about from the provinces. And they spread out for it their net, In their pit it hath been caught.
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9
|Ezequiel 19:9|
And they put it in prison -- in chains, And they bring it unto the king of Babylon, They bring it in unto bulwarks, So that its voice is not heard any more On mountains of Israel.
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10
|Ezequiel 19:10|
Thy mother [is] as a vine in thy blood by waters planted, Fruitful and full of boughs it hath been, Because of many waters.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva