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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|Ezequiel 40:31|
and its arches [are] unto the outer court, and palm-trees [are] unto its posts, and eight steps [are] its ascent.
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32
|Ezequiel 40:32|
And he bringeth me in unto the inner court eastward, and he measureth the gate according to these measures;
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33
|Ezequiel 40:33|
and its little chambers, and its posts, and its arches [are] according to these measures: and windows [are] to it and to its arches all round about, the length fifty cubits, and the breadth five and twenty cubits;
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34
|Ezequiel 40:34|
and its arches [are] toward the outer court, and palm-trees [are] toward its posts, on this side and on that side, and eight steps [are] its ascent.
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|Ezequiel 40:35|
And he bringeth me in unto the north gate, and hath measured according to these measures;
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|Ezequiel 40:36|
its little chambers, its posts, and its arches; and windows [are] to it all round about: the length fifty cubits, and the breadth five and twenty cubits;
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37
|Ezequiel 40:37|
and its posts [are] to the outer court, and palm-trees [are] unto its posts, on this side and on that side, and eight steps [are] its ascent.
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38
|Ezequiel 40:38|
And the chamber and its opening [is] by the posts of the gates, there they purge the burnt-offering.
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|Ezequiel 40:39|
And in the porch of the gate [are] two tables on this side, and two tables on that side, to slaughter on them the burnt-offering, and the sin-offering, and the guilt-offering;
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40
|Ezequiel 40:40|
and at the side without, at the going up to the opening of the north gate, [are] two tables; and at the other side that [is] at the porch of the gate, [are] two tables;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva