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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|Ezequiel 42:3|
Over-against the twenty [cubits] that are to the inner court, and over-against the pavement that [is] to the outer court, [is] gallery over-against gallery, in the three [storeys].
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4
|Ezequiel 42:4|
And at the front of the chambers [is] a walk of ten cubits in breadth unto the inner part, a way of one cubit, and their openings [are] at the north.
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5
|Ezequiel 42:5|
And the upper chambers [are] short, for the galleries contain more than these, than the lower, and than the middle one, of the building;
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6
|Ezequiel 42:6|
for they [are] threefold, and they have no pillars as the pillars of the court, therefore it hath been kept back -- more than the lower and than the middle one -- from the ground.
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|Ezequiel 42:7|
As to the wall that [is] at the outside, over-against the chambers, the way of the outer-court at the front of the chambers, its length [is] fifty cubits;
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8
|Ezequiel 42:8|
for the length of the chambers that [are] to the outer court [is] fifty cubits, and of those on the front of the temple a hundred cubits.
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9
|Ezequiel 42:9|
And under these chambers [is] the entrance from the east, in one`s going into them from the outer court.
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10
|Ezequiel 42:10|
In the breadth of the wall of the court eastward, unto the front of the separate place, and unto the front of the building, [are] chambers.
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11
|Ezequiel 42:11|
And the way before them [is] as the appearance of the chambers that [are] northward, according to their length so [is] their breadth, and all their outlets, and according to their fashions, and according to their openings.
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12
|Ezequiel 42:12|
And according to the openings of the chambers that [are] southward [is] an opening at the head of the way, the way directly in the front of the wall eastward in entering them.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva