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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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10
|Ezequiel 46:10|
And the prince in their midst in their coming in cometh in, and in their going out he goeth out.
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11
|Ezequiel 46:11|
`And in feasts, and in appointed times, the present is an ephah for a bullock, and an ephah for a ram, and for lambs the gift of his hand, and of oil a hin for an ephah.
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12
|Ezequiel 46:12|
And when the prince maketh a free-will burnt-offering, or free-will peace-offerings, to Jehovah, then he hath opened for himself the gate that is looking eastward, and he hath made his burnt-offering and his peace-offerings as he doth in the day of rest, and he hath gone out, and he hath shut the gate after his going out.
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13
|Ezequiel 46:13|
`And a lamb, son of a year, a perfect one, thou dost make a burnt-offering daily to Jehovah; morning by morning thou dost make it.
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14
|Ezequiel 46:14|
And a present thou dost make for it morning by morning, a sixth part of the ephah, and of oil a third part of the hin, to temper with the fine flour, a present to Jehovah, by a statute age-during -- continually;
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15
|Ezequiel 46:15|
and prepare ye the lamb, and the present, and the oil, morning by morning, a continual burnt-offering.
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16
|Ezequiel 46:16|
`Thus said the Lord Jehovah: When the prince giveth a gift to any of his sons, his inheritance it [is], to his sons it [is]; their possession it [is] by inheritance.
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17
|Ezequiel 46:17|
And when he giveth a gift out of his inheritance to one of his servants, then it hath been to him till the year of freedom, and it hath turned back to the prince, only the inheritance of his sons is theirs.
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18
|Ezequiel 46:18|
And the prince doth not take of the inheritance of the people to oppress them, out of their possession, out of his own possession he doth cause his sons to inherit, so that My people are not scattered each from his possession.`
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19
|Ezequiel 46:19|
And he bringeth me in through the entrance that [is] by the side of the gate, unto the holy chambers, unto the priests, that are looking northward, and lo, there [is] a place in their two sides westward.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva