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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|Romanos 15:8|
And I say Jesus Christ to have become a ministrant of circumcision for the truth of God, to confirm the promises to the fathers,
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|Romanos 15:9|
and the nations for kindness to glorify God, according as it hath been written, `Because of this I will confess to Thee among nations, and to Thy name I will sing praise,`
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|Romanos 15:10|
and again it saith, `Rejoice ye nations, with His people;`
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11
|Romanos 15:11|
and again, `Praise the Lord, all ye nations; and laud Him, all ye peoples;`
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|Romanos 15:12|
and again, Isaiah saith, `There shall be the root of Jesse, and he who is rising to rule nations -- upon him shall nations hope;`
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13
|Romanos 15:13|
and the God of the hope shall fill you with all joy and peace in the believing, for your abounding in the hope in power of the Holy Spirit.
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|Romanos 15:14|
And I am persuaded, my brethren -- I myself also -- concerning you, that ye yourselves also are full of goodness, having been filled with all knowledge, able also one another to admonish;
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|Romanos 15:15|
and the more boldly I did write to you, brethren, in part, as putting you in mind, because of the grace that is given to me by God,
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|Romanos 15:16|
for my being a servant of Jesus Christ to the nations, acting as priest in the good news of God, that the offering up of the nations may become acceptable, sanctified by the Holy Spirit.
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|Romanos 15:17|
I have, then, a boasting in Christ Jesus, in the things pertaining to God,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva