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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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18
|Romanos 15:18|
for I will not dare to speak anything of the things that Christ did not work through me, to obedience of nations, by word and deed,
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19
|Romanos 15:19|
in power of signs and wonders, in power of the Spirit of God; so that I, from Jerusalem, and in a circle as far as Illyricum, have fully preached the good news of the Christ;
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20
|Romanos 15:20|
and so counting it honour to proclaim good news, not where Christ was named -- that upon another`s foundation I might not build --
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21
|Romanos 15:21|
but according as it hath been written, `To whom it was not told concerning him, they shall see; and they who have not heard, shall understand.`
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22
|Romanos 15:22|
Wherefore, also, I was hindered many times from coming unto you,
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23
|Romanos 15:23|
and now, no longer having place in these parts, and having a longing to come unto you for many years,
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24
|Romanos 15:24|
when I may go on to Spain I will come unto you, for I hope in going through, to see you, and by you to be set forward thither, if of you first, in part, I shall be filled.
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25
|Romanos 15:25|
And, now, I go on to Jerusalem, ministering to the saints;
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26
|Romanos 15:26|
for it pleased Macedonia and Achaia well to make a certain contribution for the poor of the saints who [are] in Jerusalem;
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27
|Romanos 15:27|
for it pleased well, and their debtors they are, for if in their spiritual things the nations did participate, they ought also, in the fleshly things, to minister to them.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva