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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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18
|Romanos 15:18|
for I will not dare to speak anything of the things that Christ did not work through me, to obedience of nations, by word and deed,
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19
|Romanos 15:19|
in power of signs and wonders, in power of the Spirit of God; so that I, from Jerusalem, and in a circle as far as Illyricum, have fully preached the good news of the Christ;
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20
|Romanos 15:20|
and so counting it honour to proclaim good news, not where Christ was named -- that upon another`s foundation I might not build --
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21
|Romanos 15:21|
but according as it hath been written, `To whom it was not told concerning him, they shall see; and they who have not heard, shall understand.`
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22
|Romanos 15:22|
Wherefore, also, I was hindered many times from coming unto you,
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23
|Romanos 15:23|
and now, no longer having place in these parts, and having a longing to come unto you for many years,
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24
|Romanos 15:24|
when I may go on to Spain I will come unto you, for I hope in going through, to see you, and by you to be set forward thither, if of you first, in part, I shall be filled.
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25
|Romanos 15:25|
And, now, I go on to Jerusalem, ministering to the saints;
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|Romanos 15:26|
for it pleased Macedonia and Achaia well to make a certain contribution for the poor of the saints who [are] in Jerusalem;
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27
|Romanos 15:27|
for it pleased well, and their debtors they are, for if in their spiritual things the nations did participate, they ought also, in the fleshly things, to minister to them.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva