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Esperanto -
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11
|Filemom 1:11|
kiu estis iam senutila por vi, sed nun estas utila por vi kaj por mi;
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12
|Filemom 1:12|
mi jxus resendis al vi lin mem, alivorte, mian propran koron;
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13
|Filemom 1:13|
lin mi volonte ja tenus apud mi, por ke anstataux vi li estu al mi helpanto en la ligiloj de la evangelio;
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14
|Filemom 1:14|
sed mi nenion volis fari sen via konsento; por ke via boneco estu ne kvazaux deviga, sed lauxvola.
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15
|Filemom 1:15|
CXar eble li pro tio estas apartigita for de vi por kelka tempo, por ke vi havu lin por cxiam;
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16
|Filemom 1:16|
jam ne kiel sklavon, sed kiel pli bonan ol sklavo, kiel fraton amatan, precipe por mi, sed des pli por vi, kaj en la karno kaj en la Sinjoro.
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17
|Filemom 1:17|
Se vi do rigardas min kiel kunulon, akceptu lin tiel same, kiel min mem.
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18
|Filemom 1:18|
Se tamen li faris ian malhonestajxon, aux sxuldas ion al vi, tion enkalkulu en mian konton;
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19
|Filemom 1:19|
mi, Pauxlo, skribas per mia propra mano, mi gxin repagos; mi tamen ne diras al vi, ke vi viaparte sxuldas al mi ecx vin mem.
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20
|Filemom 1:20|
Jes, frato mia, lasu min havi plezuron de vi en la Sinjoro; refresxigu mian koron en Kristo.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva