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Esperanto -
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1
|1 João 1:1|
Tion, kio estis de la komenco, kion ni auxdis, kion ni vidis per niaj propraj okuloj, kion ni rigardis kaj niaj manoj palpis, koncerne la Vorton de vivo
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2
|1 João 1:2|
(kaj la vivo elmontrigxis, kaj ni vidis kaj atestas kaj anoncas al vi la vivon, la eternan vivon, kiu estis cxe la Patro kaj montrigxis al ni);
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3
|1 João 1:3|
kion ni vidis kaj auxdis, tion ni anoncas al vi, por ke vi ankaux havu kunulecon kun ni; kaj nia kunuleco estas kun la Patro kaj kun Lia Filo Jesuo Kristo;
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4
|1 João 1:4|
kaj cxi tion ni skribas, por ke nia gxojo kompletigxu.
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5
|1 João 1:5|
Kaj jen estas la anonco, kiun ni auxdis de Li kaj anoncas al vi, ke Dio estas lumo, kaj da mallumo estas en Li neniom.
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6
|1 João 1:6|
Se ni diras, ke ni havas kunulecon kun Li, kaj iradas en la mallumo, ni mensogas, kaj ne faras la veron;
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7
|1 João 1:7|
sed se ni iradas en la lumo, kiel Li estas en la lumo, ni havas kunulecon unu kun la alia, kaj la sango de Jesuo, Lia Filo, nin purigas de cxia peko.
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8
|1 João 1:8|
Se ni diras, ke pekon ni ne havas, ni nin trompas, kaj la vero ne estas en ni.
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|1 João 1:9|
Se ni konfesas niajn pekojn, Li estas fidela kaj justa por pardoni al ni niajn pekojn kaj nin purigi de cxia maljusteco.
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10
|1 João 1:10|
Se ni diras, ke ni ne pekis, ni faras Lin mensoginto, kaj Lia vorto ne estas en ni.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva