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Esperanto -
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12
|1 João 3:12|
ne kiel Kain estis de la malbonulo kaj mortigis sian fraton. Kaj pro kio li lin mortigis? CXar liaj faroj estis malbonaj, kaj la faroj de lia frato estis justaj.
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13
|1 João 3:13|
Ne miru, fratoj, se la mondo vin malamas.
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|1 João 3:14|
Ni scias, ke ni jam pasis el morto en vivon, cxar ni amas la fratojn. Kiu ne amas, tiu restas en morto.
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15
|1 João 3:15|
CXiu, kiu malamas sian fraton, estas hommortiganto; kaj vi scias, ke cxiu hommortiganto ne havas vivon eternan, restantan en li.
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16
|1 João 3:16|
Per cxi tio ni konas amon:cxar li demetis sian vivon pro ni; kaj ni devus demeti nian vivon pro la fratoj.
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17
|1 João 3:17|
Sed se iu havas mondan posedajxon kaj vidas sian fraton havantan bezonon kaj fermas sian kompaton kontraux li, kiel la amo de Dio restas en li?
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18
|1 João 3:18|
Infanetoj, ni amu, ne laux vorto nek laux lango, sed laux faro kaj vero.
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19
|1 João 3:19|
Per tio ni scios, ke ni estas el la vero, kaj ni certigos nian koron antaux Li
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20
|1 João 3:20|
en cxio ajn, pri kio nia koro nin kondamnas; cxar Dio estas pli granda ol nia koro, kaj scias cxion.
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21
|1 João 3:21|
Amataj, se nia koro ne kondamnas nin, ni havas kuragxon antaux Dio;
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva