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Esperanto -
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1
|Cantares 1:1|
Alta kanto de Salomono.
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2
|Cantares 1:2|
Ho, li kisu min per kisoj de sia busxo! CXar via amo estas pli bona, ol vino.
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3
|Cantares 1:3|
Ho, kiel bonodoras viaj aromajxoj! Via nomo similas al elversxita oleo; Tial la frauxlinoj amas vin.
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4
|Cantares 1:4|
Altiru min; ni postkuros vin. La regxo envenigu min en siajn cxambrojn; Ho, ni gxojos kaj gajigxos kun vi; Ni memoros vian amon pli, ol vinon; Sincere oni amas vin.
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5
|Cantares 1:5|
Mi estas nigra, tamen beleta, Ho filinoj de Jerusalem, Kiel la tendoj de Kedar, Kiel la tapetoj de Salomono.
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6
|Cantares 1:6|
Ne rigardu min, ke mi estas nigreta: La suno min brulkolorigis. La filoj de mia patrino koleris kontraux mi; Ili faris min gardistino de la vinbergxardenoj; Mian propran vinbergxardenon mi ne gardis.
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7
|Cantares 1:7|
Diru al mi, ho vi, kiun mia animo amas, Kie vi pasxtas, kie vi ripozigas vian brutaron tagmeze: Kial mi similu al vagistino CXe la brutaroj de viaj kamaradoj?
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8
|Cantares 1:8|
Se vi ne scias tion, ho belulino inter virinoj, Sekvu la pasxojn de la sxafaro, Kaj pasxtu viajn kapridojn cxe la tendoj de la pasxtistoj.
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9
|Cantares 1:9|
Al la cxevalino en la cxaroj de Faraono Mi komparas vin, ho mia amatino.
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10
|Cantares 1:10|
Belaj estas viaj vangoj sub la orelringoj, Via kolo sub la lacxoj de perloj.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva