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Esperanto -
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|Ageu 1:1|
En la dua jaro de la regxo Dario, en la sesa monato, en la unua tago de la monato, aperis vorto de la Eternulo per la profeto HXagaj al Zerubabel, filo de SXealtiel, regionestro de Judujo, kaj al la cxefpastro Josuo, filo de Jehocadak, dirante:
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|Ageu 1:2|
Tiele diras la Eternulo Cebaot:Tiu popolo diras, ke ankoraux ne venis la tempo, por konstrui la domon de la Eternulo.
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3
|Ageu 1:3|
Sed aperis vorto de la Eternulo per la profeto HXagaj, dirante:
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|Ageu 1:4|
CXu por vi mem estas nun la gxusta tempo, por sidi en viaj tabulitaj domoj, dum tiu domo estas ruinoj?
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5
|Ageu 1:5|
Nun tiele diras la Eternulo Cebaot:Pripensu bone vian staton:
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6
|Ageu 1:6|
vi semas multe, sed enportas malmulte; vi mangxas, sed ne gxissate; vi trinkas, sed ne gxisebrie; vi vestas vin, sed ne estas al vi varme; kiu laborenspezas monon, tiu laborenspezas por truhava saketo.
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|Ageu 1:7|
Tiele diras la Eternulo Cebaot:Pripensu bone vian staton.
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|Ageu 1:8|
Iru sur la monton, prenu lignon, kaj konstruu la domon; Mi akceptos gxin favore, kaj Mi montros Mian gloron, diras la Eternulo.
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9
|Ageu 1:9|
Vi atendis multon, sed montrigxis, ke estas malmulte; kaj kion vi alportis hejmen, tion Mi disblovis. Pro kio tiel estas? diras la Eternulo Cebaot; pro tio, ke Mia domo estas dezerta, dum vi kuras cxiu al sia domo.
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10
|Ageu 1:10|
Pro tio la cxielo ne donas al vi roson kaj la tero ne donas siajn produktajxojn.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva