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Esperanto -
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|Habacuque 1:1|
Profetajxo, kiun lauxvizie eldiris la profeto HXabakuk.
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|Habacuque 1:2|
GXis kiam, ho Eternulo, mi krios, kaj Vi ne auxskultos, mi krios al Vi pri perfortajxo, kaj Vi ne helpos?
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3
|Habacuque 1:3|
Kial Vi devigas min vidi maljustajxon, rigardi mizerajxon? Rabado kaj perfortado estas antaux mi, levigxas disputoj kaj malpaco.
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4
|Habacuque 1:4|
Tial la instruo perdis sian forton, la justeco neniam venkas; cxar la malvirtulo superfortas la virtulon, tial la rezultoj de jugxo estas malgxustaj.
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5
|Habacuque 1:5|
Rigardu la naciojn, rigardu, kaj vi forte miros; cxar en via tempo Mi faros ion, kion vi ne kredus, se oni rakontus al vi.
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6
|Habacuque 1:6|
CXar jen Mi levos la HXaldeojn, nacion kruelan kaj lertan, kiu trairos la tutan largxon de la tero, por ekposedi logxejojn, kiuj ne apartenas al gxi.
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7
|Habacuque 1:7|
Terura kaj timinda gxi estas; gxia jugxado kaj regado dependas de gxi mem.
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8
|Habacuque 1:8|
Pli rapidaj ol leopardoj estas gxiaj cxevaloj, kaj pli lertaj ol lupoj vespere; en grandaj amasoj venas gxiaj rajdantoj de malproksime, flugas kiel aglo, kiu rapidas al mangxajxo.
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9
|Habacuque 1:9|
CXiuj ili venas por rabi; kiel vento orienta ili direktas sin, kien ili volas; kaj ili kolektas kaptitojn kiel sablon.
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10
|Habacuque 1:10|
Regxojn ili mokas, regantoj estas ridatajxo por ili; cxiun fortikajxon ili mokas; ili sxutas teron, kaj venkoprenas.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva