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Esperanto -
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|Habacuque 3:1|
Pregxo de la profeto HXabakuk laux maniero de psalmoj.
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|Habacuque 3:2|
Ho Eternulo, mi auxdis la sciigon pri Vi, kaj mi ektimis. Ho Eternulo, vivigu Vian faritajxon en la mezo de la jaroj, Montru en la mezo de la jaroj, Ke ecx en kolero Vi memoras pri kompato.
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3
|Habacuque 3:3|
Dio venas de Teman, La Sanktulo de la monto Paran. Sela. Lia majesto kovras la cxielon, Kaj Lia gloro plenigas la teron.
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4
|Habacuque 3:4|
Lia brilo estas kiel hela lumo, Radioj iras el Lia mano, Kaj tie estas kasxita Lia potenco.
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5
|Habacuque 3:5|
Antaux Li iras pesto, Kaj fajro sekvas Liajn piedojn.
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6
|Habacuque 3:6|
Li starigxis, kaj ekmezuris la teron; Li ekrigardis, kaj tremigis la naciojn; Dissaltis eternaj montoj, Klinigxis eternaj montetoj, Kiam Li ekpasxis kiel en la tempo antikva.
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7
|Habacuque 3:7|
En mizera stato mi vidis la tendojn de Kusxan; Skuigxis la tapisxoj de la lando Midjan.
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|Habacuque 3:8|
CXu kontraux riveroj koleris la Eternulo? CXu kontraux la riveroj Vi ekflamigxis, Aux cxu kontraux la maro estis Via indigno, Ke Vi ekrajdis sur Viaj cxevaloj, Ekveturis sur Viaj venkaj cxaroj?
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9
|Habacuque 3:9|
Vi eltiris Vian pafarkon, Konforme al jxura promeso, kiun Vi donis al la triboj. Sela. Per riveroj Vi dividis la teron.
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10
|Habacuque 3:10|
Ektremis la montoj, kiam ili Vin vidis; La fluo de la akvo pasis, La abismo ekbruis, La altajxo levis siajn manojn.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva