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Esperanto -
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|Cantares 3:1|
Sur mia kusxejo dum la nokto mi sercxis tiun, kiun mia animo amas; Mi sercxis lin, sed mi lin ne trovis.
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|Cantares 3:2|
Mi levigxos, kaj irados tra la urbo; Sur la stratoj kaj placoj mi sercxos tiun, kiun mia animo amas; Mi sercxis lin, sed mi lin ne trovis.
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|Cantares 3:3|
La gardistoj, kiuj iradas tra la urbo, renkontis min, Al ili mi demandis:CXu vi vidis tiun, kiun mia animo amas?
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|Cantares 3:4|
Kiam mi nur ekforiris de ili, Mi renkontis tiun, kiun mia animo amas; Mi tenis lin, kaj ne delasis lin, GXis mi enkondukis lin en la domon de mia patrino, Kaj en la cxambron de sxi, kiu naskis min.
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|Cantares 3:5|
Mi jxurligas vin, ho filinoj de Jerusalem, Je la gazeloj aux cervoj de la kampo: Ne veku nek sendormigu la amatinon, GXis sxi mem volos.
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|Cantares 3:6|
Kiu estas sxi, kiu venas el la dezerto, kiel kolono de fumo Parfumita per mirho kaj olibano, Per cxiaj pudroj de la parfumisto?
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|Cantares 3:7|
Jen estas la lito de Salomono! Sesdek fortuloj cxirkauxas gxin El la fortuloj de Izrael,
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|Cantares 3:8|
CXiuj tenantaj glavojn, kompetentaj batalantoj; CXiu portas sian glavon cxe sia femuro, Pro la teruro de la nokto.
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|Cantares 3:9|
Edzigxan liton el la ligno de Lebanon Konstruis al si la regxo Salomono.
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|Cantares 3:10|
GXiajn kolonojn li konstruis el argxento, La cxarpentajxon el oro, la tegajxon el purpuro; La interno estas pavimita per la amo de la filinoj de Jerusalem.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva