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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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7
|João 21:7|
That disciple therefore whom Jesus loved saith unto Peter, It is the Lord. So when Simon Peter heard that it was the Lord, he girt his coat about him (for he was naked), and cast himself into the sea.
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8
|João 21:8|
But the other disciples came in the little boat (for they were not far from the land, but about two hundred cubits off), dragging the net [full] of fishes.
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9
|João 21:9|
So when they got out upon the land, they see a fire of coals there, and fish laid thereon, and bread.
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10
|João 21:10|
Jesus saith unto them, Bring of the fish which ye have now taken.
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11
|João 21:11|
Simon Peter therefore went up, and drew the net to land, full of great fishes, a hundred and fifty and three: and for all there were so many, the net was not rent.
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12
|João 21:12|
Jesus saith unto them, Come [and] break your fast. And none of the disciples durst inquire of him, Who art thou? knowing that it was the Lord.
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13
|João 21:13|
Jesus cometh, and taketh the bread, and giveth them, and the fish likewise.
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14
|João 21:14|
This is now the third time that Jesus was manifested to the disciples, after that he was risen from the dead.
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15
|João 21:15|
So when they had broken their fast, Jesus saith to Simon Peter, Simon, [son] of John, lovest thou me more than these? He saith unto him, Yea, Lord; thou knowest that I love thee. He saith unto him, Feed my lambs.
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16
|João 21:16|
He saith to him again a second time, Simon, [son] of John, lovest thou me? He saith unto him, Yea, Lord; thou knowest that I love thee. He saith unto him, Tend my sheep.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva