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American Standard Version (1901) -
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1
|Colossenses 1:1|
Paul, an apostle of Christ Jesus through the will of God, and Timothy our brother,
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2
|Colossenses 1:2|
To the saints and faithful brethren in Christ [that are] at Colossae: Grace to you and peace from God our Father.
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3
|Colossenses 1:3|
We give thanks to God the Father of our Lord Jesus Christ, praying always for you,
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4
|Colossenses 1:4|
having heard of your faith in Christ Jesus, and of the love which ye have toward all the saints,
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5
|Colossenses 1:5|
because of the hope which is laid up for you in the heavens, whereof ye heard before in the word of the truth of the gospel,
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6
|Colossenses 1:6|
which is come unto you; even as it is also in all the world bearing fruit and increasing, as [it doth] in you also, since the day ye heard and knew the grace of God in truth;
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7
|Colossenses 1:7|
even as ye learned of Epaphras our beloved fellow-servant, who is a faithful minister of Christ on our behalf,
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8
|Colossenses 1:8|
who also declared unto us your love in the Spirit.
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9
|Colossenses 1:9|
For this cause we also, since the day we heard [it], do not cease to pray and make request for you, that ye may be filled with the knowledge of his will in all spiritual wisdom and understanding,
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10
|Colossenses 1:10|
to walk worthily of the Lord unto all pleasing, bearing fruit in every good work, and increasing in the knowledge of God;
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva