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American Standard Version (1901) -
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1
|Colossenses 1:1|
Paul, an apostle of Christ Jesus through the will of God, and Timothy our brother,
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2
|Colossenses 1:2|
To the saints and faithful brethren in Christ [that are] at Colossae: Grace to you and peace from God our Father.
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3
|Colossenses 1:3|
We give thanks to God the Father of our Lord Jesus Christ, praying always for you,
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4
|Colossenses 1:4|
having heard of your faith in Christ Jesus, and of the love which ye have toward all the saints,
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5
|Colossenses 1:5|
because of the hope which is laid up for you in the heavens, whereof ye heard before in the word of the truth of the gospel,
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6
|Colossenses 1:6|
which is come unto you; even as it is also in all the world bearing fruit and increasing, as [it doth] in you also, since the day ye heard and knew the grace of God in truth;
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7
|Colossenses 1:7|
even as ye learned of Epaphras our beloved fellow-servant, who is a faithful minister of Christ on our behalf,
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8
|Colossenses 1:8|
who also declared unto us your love in the Spirit.
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9
|Colossenses 1:9|
For this cause we also, since the day we heard [it], do not cease to pray and make request for you, that ye may be filled with the knowledge of his will in all spiritual wisdom and understanding,
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10
|Colossenses 1:10|
to walk worthily of the Lord unto all pleasing, bearing fruit in every good work, and increasing in the knowledge of God;
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva