-
-
American Standard Version (1901) -
-
1
|Colossenses 4:1|
Masters, render unto your servants that which is just and equal; knowing that ye also have a Master in heaven.
-
2
|Colossenses 4:2|
Continue stedfastly in prayer, watching therein with thanksgiving;
-
3
|Colossenses 4:3|
withal praying for us also, that God may open unto us a door for the word, to speak the mystery of Christ, for which I am also in bonds;
-
4
|Colossenses 4:4|
that I may make it manifest, as I ought to speak.
-
5
|Colossenses 4:5|
Walk in wisdom toward them that are without, redeeming the time.
-
6
|Colossenses 4:6|
Let your speech be always with grace, seasoned with salt, that ye may know how ye ought to answer each one.
-
7
|Colossenses 4:7|
All my affairs shall Tychicus make known unto you, the beloved brother and faithful minister and fellow-servant in the Lord:
-
8
|Colossenses 4:8|
whom I have sent you for this very purpose, that ye may know our state, and that he may comfort your hearts;
-
9
|Colossenses 4:9|
together with Onesimus, the faithful and beloved brother, who is one of you. They shall make known unto you all things that [are done] here.
-
10
|Colossenses 4:10|
Aristarchus my fellow-prisoner saluteth you, and Mark, the cousin of Barnabas (touching whom ye received commandments; if he come unto you, receive him),
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva