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American Standard Version (1901) -
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1
|Colossenses 4:1|
Masters, render unto your servants that which is just and equal; knowing that ye also have a Master in heaven.
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2
|Colossenses 4:2|
Continue stedfastly in prayer, watching therein with thanksgiving;
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3
|Colossenses 4:3|
withal praying for us also, that God may open unto us a door for the word, to speak the mystery of Christ, for which I am also in bonds;
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4
|Colossenses 4:4|
that I may make it manifest, as I ought to speak.
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5
|Colossenses 4:5|
Walk in wisdom toward them that are without, redeeming the time.
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6
|Colossenses 4:6|
Let your speech be always with grace, seasoned with salt, that ye may know how ye ought to answer each one.
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7
|Colossenses 4:7|
All my affairs shall Tychicus make known unto you, the beloved brother and faithful minister and fellow-servant in the Lord:
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8
|Colossenses 4:8|
whom I have sent you for this very purpose, that ye may know our state, and that he may comfort your hearts;
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9
|Colossenses 4:9|
together with Onesimus, the faithful and beloved brother, who is one of you. They shall make known unto you all things that [are done] here.
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10
|Colossenses 4:10|
Aristarchus my fellow-prisoner saluteth you, and Mark, the cousin of Barnabas (touching whom ye received commandments; if he come unto you, receive him),
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva