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Darby -
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15
|Neemias 5:15|
Mais les gouverneurs précédents qui avaient été avant moi, avaient été à charge au peuple, et ils avaient pris d'eux du pain et du vin, et, de plus, quarante sicles d'argent; leurs jeunes hommes aussi dominaient sur le peuple. Mais moi, je n'ai pas fait ainsi, à cause de la crainte de Dieu.
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16
|Neemias 5:16|
Et j'ai aussi tenu ferme, dans ce travail de la muraille, et nous n'avons acheté aucun champ, et tous mes jeunes hommes étaient rassemblés là pour l'ouvrage.
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17
|Neemias 5:17|
J'avais aussi à ma table cent cinquante Juifs et chefs, outre ceux qui nous venaient du milieu des nations qui nous entouraient.
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|Neemias 5:18|
Or ce qui m'était apprêté pour un jour, c'était un boeuf, et six moutons choisis; on m'apprêtait aussi de la volaille, et, tous les dix jours, toutes sortes de vins en abondance; et avec cela, je n'ai point réclamé le pain du gouverneur, parce que le service pesait lourdement sur ce peuple.
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19
|Neemias 5:19|
Souviens-toi en bien pour moi, ô mon Dieu, de tout ce que j'ai fait pour ce peuple!
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1
|Neemias 6:1|
Et il arriva que, lorsque Sanballat, et Tobija, et Guéshem, l'Arabe, et le reste de nos ennemis, apprirent que j'avais bâti la muraille et qu'il n'y restait aucune brèche, quoique jusqu'à ce temps-là je n'eusse pas posé les battants aux portes,
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2
|Neemias 6:2|
Sanballat et Guéshem m'envoyèrent dire: Viens et rencontrons-nous ensemble dans les villages de la vallée d'Ono. Mais ils pensaient à me faire du mal.
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3
|Neemias 6:3|
Et je leur envoyai des messagers, disant: Je fais un grand travail et je ne puis descendre. Pourquoi le travail cesserait-il pendant que je le quitterais et que je descendrais vers vous?
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4
|Neemias 6:4|
Et ils m'envoyèrent dire la même chose quatre fois, et je leur répondis de la même manière.
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5
|Neemias 6:5|
Et Sanballat m'envoya son serviteur, une cinquième fois, de la même manière, une lettre ouverte à la main.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva