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Darby -
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1
|Neemias 6:1|
Et il arriva que, lorsque Sanballat, et Tobija, et Guéshem, l'Arabe, et le reste de nos ennemis, apprirent que j'avais bâti la muraille et qu'il n'y restait aucune brèche, quoique jusqu'à ce temps-là je n'eusse pas posé les battants aux portes,
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2
|Neemias 6:2|
Sanballat et Guéshem m'envoyèrent dire: Viens et rencontrons-nous ensemble dans les villages de la vallée d'Ono. Mais ils pensaient à me faire du mal.
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3
|Neemias 6:3|
Et je leur envoyai des messagers, disant: Je fais un grand travail et je ne puis descendre. Pourquoi le travail cesserait-il pendant que je le quitterais et que je descendrais vers vous?
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4
|Neemias 6:4|
Et ils m'envoyèrent dire la même chose quatre fois, et je leur répondis de la même manière.
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5
|Neemias 6:5|
Et Sanballat m'envoya son serviteur, une cinquième fois, de la même manière, une lettre ouverte à la main.
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6
|Neemias 6:6|
Il y était écrit: On entend dire parmi les nations, et Gashmu le dit, que toi et les Juifs vous pensez à vous révolter; c'est pour cela que tu bâtis la muraille; et, d'après ces dires, c'est toi qui deviendras leur roi.
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7
|Neemias 6:7|
Et même tu as établi des prophètes pour proclamer et dire de toi dans Jérusalem: Il y a un roi en Juda! Et maintenant, on fera entendre au roi ces mêmes choses; viens donc maintenant, et tenons conseil ensemble.
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8
|Neemias 6:8|
Et je lui envoyai dire: Aucune des choses dont tu parles n'a eu lieu; mais tu les inventes dans ton propre coeur.
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9
|Neemias 6:9|
Car ils voulaient tous nous effrayer, disant: Leurs mains se lasseront du travail, et il ne se fera pas. Maintenant donc, fortifie mes mains!
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10
|Neemias 6:10|
Et moi, je vins à la maison de Shemahia, fils de Delaïa, fils de Mehétabeël (et il s'était enfermé); et il dit: Rencontrons-nous dans la maison de Dieu, à l'intérieur du temple, et fermons les portes du temple, car ils vont venir pour te tuer, et c'est de nuit qu'ils vont venir pour te tuer.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva