-
-
Darby -
-
67
|Neemias 7:67|
sans compter leurs serviteurs et leurs servantes; ceux-ci étaient au nombre de sept mille trois cent trente-sept; et parmi eux, il y avait deux cent quarante-cinq chanteurs et chanteuses.
-
68
|Neemias 7:68|
Ils avaient sept cent trente-six chevaux, deux cent quarante-cinq mulets,
-
69
|Neemias 7:69|
quatre cent trente-cinq chameaux, et six mille sept cent vingt ânes.
-
70
|Neemias 7:70|
Et une partie des chefs des pères firent des dons pour l'oeuvre. Le Thirshatha donna au trésor mille dariques d'or, cinquante bassins, cinq cent trente tuniques de sacrificateurs.
-
71
|Neemias 7:71|
Et des chefs des pères donnèrent au trésor de l'oeuvre vingt mille dariques d'or et deux mille deux cents mines d'argent.
-
72
|Neemias 7:72|
Et ce que donna le reste du peuple fut vingt mille dariques d'or, et deux mille mines d'argent, et soixante-sept tuniques de sacrificateurs.
-
73
|Neemias 7:73|
Et les sacrificateurs, et les lévites, et les portiers, et les chantres, et ceux du peuple, et les Nethiniens, et tout Israël, habitèrent dans leurs villes.
-
1
|Neemias 8:1|
Et quand arriva le septième mois, les fils d'Israël étaient dans leurs villes. -Alors tout le peuple s'assembla comme un seul homme sur la place qui est devant la porte des eaux. Et ils dirent à Esdras, le scribe, d'apporter le livre de la loi de Moïse, que l'Éternel avait commandée à Israël.
-
2
|Neemias 8:2|
Et le premier jour du septième mois, Esdras, le sacrificateur, apporta la loi devant la congrégation des hommes et des femmes, et devant tous ceux qui avaient de l'intelligence pour entendre.
-
3
|Neemias 8:3|
Et il y lut devant la place qui est devant la porte des eaux, depuis l'aube jusqu'à midi, en présence des hommes et des femmes, et de ceux qui avaient de l'intelligence. Et tout le peuple prêtait l'oreille au livre de la loi.
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva