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Darby -
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67
|Neemias 7:67|
sans compter leurs serviteurs et leurs servantes; ceux-ci étaient au nombre de sept mille trois cent trente-sept; et parmi eux, il y avait deux cent quarante-cinq chanteurs et chanteuses.
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68
|Neemias 7:68|
Ils avaient sept cent trente-six chevaux, deux cent quarante-cinq mulets,
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69
|Neemias 7:69|
quatre cent trente-cinq chameaux, et six mille sept cent vingt ânes.
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70
|Neemias 7:70|
Et une partie des chefs des pères firent des dons pour l'oeuvre. Le Thirshatha donna au trésor mille dariques d'or, cinquante bassins, cinq cent trente tuniques de sacrificateurs.
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71
|Neemias 7:71|
Et des chefs des pères donnèrent au trésor de l'oeuvre vingt mille dariques d'or et deux mille deux cents mines d'argent.
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72
|Neemias 7:72|
Et ce que donna le reste du peuple fut vingt mille dariques d'or, et deux mille mines d'argent, et soixante-sept tuniques de sacrificateurs.
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73
|Neemias 7:73|
Et les sacrificateurs, et les lévites, et les portiers, et les chantres, et ceux du peuple, et les Nethiniens, et tout Israël, habitèrent dans leurs villes.
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1
|Neemias 8:1|
Et quand arriva le septième mois, les fils d'Israël étaient dans leurs villes. -Alors tout le peuple s'assembla comme un seul homme sur la place qui est devant la porte des eaux. Et ils dirent à Esdras, le scribe, d'apporter le livre de la loi de Moïse, que l'Éternel avait commandée à Israël.
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2
|Neemias 8:2|
Et le premier jour du septième mois, Esdras, le sacrificateur, apporta la loi devant la congrégation des hommes et des femmes, et devant tous ceux qui avaient de l'intelligence pour entendre.
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3
|Neemias 8:3|
Et il y lut devant la place qui est devant la porte des eaux, depuis l'aube jusqu'à midi, en présence des hommes et des femmes, et de ceux qui avaient de l'intelligence. Et tout le peuple prêtait l'oreille au livre de la loi.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva