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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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19
|João 18:19|
Ypperstepresten spurte da Jesus om hans disipler og om hans lære.
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20
|João 18:20|
Jesus svarte ham: Jeg har talt fritt ut for alle og enhver; jeg har alltid lært i synagoger og i templet, der hvor alle jøder kommer sammen, og i lønndom har jeg intet talt.
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21
|João 18:21|
Hvorfor spør du mig? Spør dem som har hørt mig, om hvad jeg har talt til dem! se, de vet hvad jeg har sagt.
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22
|João 18:22|
Men da han sa dette, gav en av tjenerne som stod der, Jesus et slag i ansiktet og sa: Svarer du ypperstepresten slik?
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23
|João 18:23|
Jesus svarte ham: Har jeg talt ille, da bevis at det er ondt! men har jeg talt rett, hvorfor slår du mig da?
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24
|João 18:24|
Annas sendte ham da bundet til ypperstepresten Kaifas.
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25
|João 18:25|
Men Simon Peter stod og varmet sig. Da sa de til ham: Du skulde vel ikke være en av hans disipler du også? Han nektet og sa: Nei, jeg er ikke.
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26
|João 18:26|
En av yppersteprestens tjenere, en frende av den som Peter hadde hugget øret av, sier: Så ikke jeg dig sammen med ham i haven?
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27
|João 18:27|
Atter nektet Peter, og straks gol hanen.
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28
|João 18:28|
De førte da Jesus fra Kaifas til borgen. Det var tidlig på morgenen, og de gikk ikke selv inn i borgen, forat de ikke skulde bli urene, men kunde ete påske.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva