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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|João 15:1|
Jeg er det sanne vintre, og min Fader er vingårdsmannen.
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2
|João 15:2|
Hver gren på mig som ikke bærer frukt, den tar han bort, og hver den som bærer frukt, den renser han, forat den skal bære mere frukt.
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3
|João 15:3|
I er alt rene på grunn av det ord som jeg har talt til eder;
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4
|João 15:4|
bli i mig, så blir jeg i eder! Likesom grenen ikke kan bære frukt av sig selv, men bare når den blir i vintreet, således heller ikke I uten at I blir i mig.
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5
|João 15:5|
Jeg er vintreet, I er grenene; den som blir i mig, og jeg i ham, han bærer megen frukt; for uten mig kan I intet gjøre.
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6
|João 15:6|
Om nogen ikke blir i mig, da kastes han ut som en gren og visner, og de sankes sammen og kastes på ilden, og de brenner.
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7
|João 15:7|
Dersom I blir i mig, og mine ord blir i eder, da bed om hvad I vil, og I skal få det.
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8
|João 15:8|
Derved er min Fader herliggjort at I bærer megen frukt, og I skal bli mine disipler.
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9
|João 15:9|
Likesom Faderen har elsket mig, så har jeg elsket eder; bli i min kjærlighet!
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10
|João 15:10|
Dersom I holder mine bud, da blir I i min kjærlighet, likesom jeg har holdt min Faders bud og blir i hans kjærlighet.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva