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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Salmos 15:5|
den som ikke låner sine penger ut mot rente* og ikke tar gave mot den uskyldige. Den dette gjør, skal ikke rokkes evindelig. / {* til den fattige bror.}
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1
|Salmos 16:1|
En gyllen sang av David. Bevar mig, Gud! for jeg tar min tilflukt til dig.
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2
|Salmos 16:2|
Jeg sier til Herren: Du er min Herre; jeg har intet gode utenfor dig -
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3
|Salmos 16:3|
idet jeg holder mig til de hellige som er i landet, og de herlige i hvem jeg har all min lyst.
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4
|Salmos 16:4|
Mange sorger skal de ha som kjøper sig andre*; jeg vil ikke utgyde deres** drikkoffere av blod og ikke ta deres navn på mine leber***. / {* d.e. andre guder.} / {** d.e. avgudenes.} / {*** 2MO 23, 13.}
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5
|Salmos 16:5|
Herren er min tilfalne del og mitt beger; du gjør min lodd herlig.
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|Salmos 16:6|
En lodd er tilfalt mig som er liflig, og en arv som behager mig.
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7
|Salmos 16:7|
Jeg vil love Herren, som gav mig råd; også om nettene minner mine nyrer mig om det.
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8
|Salmos 16:8|
Jeg setter alltid Herren for mig; for han er ved min høire hånd, jeg skal ikke rokkes.
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9
|Salmos 16:9|
Derfor gleder mitt hjerte sig, og min ære* fryder sig; også mitt kjød skal bo i trygghet. / {* d.e. sjel.}
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva