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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Salmos 140:3|
som tenker ondt ut i hjertet, som hver dag samler sig til krig!
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|Salmos 140:4|
De skjerper sin tunge som en slange, ormegift er under deres leber. Sela.
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5
|Salmos 140:5|
Bevar mig, Herre, for ugudeliges hender, vokt mig for voldsmenn, som tenker på å få mine føtter til fall!
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|Salmos 140:6|
Overmodige har lagt skjulte feller og rep for mig, de har utspent garn ved siden av veien, de har satt snarer for mig. Sela.
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7
|Salmos 140:7|
Jeg sier til Herren: Du er min Gud; vend øret, Herre, til mine inderlige bønners røst!
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8
|Salmos 140:8|
Herren, Israels Gud, er min frelses styrke; du dekker mitt hode på rustningens dag.
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9
|Salmos 140:9|
Herre, gi ikke den ugudelige hvad han attrår, la ikke hans onde råd få fremgang! De vilde da ophøie sig. Sela.
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|Salmos 140:10|
Over deres hoder som omgir mig, skal den ulykke komme som deres leber volder.
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|Salmos 140:11|
Der skal rystes glør ut over dem; i ilden skal han styrte dem, i dype vann, så de ikke skal reise sig.
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|Salmos 140:12|
En munnkåt mann skal ikke bli stående i landet; den mann som gjør ugudelig vold, ham skal han jage med slag på slag.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva