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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Salmos 7:1|
En sjiggajon* av David, som han sang for Herren på grunn av benjaminitten Kus' ord. / {* betydningen uviss, kanskje en sang som uttrykker sterk sinnsbevegelse.}
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2
|Salmos 7:2|
Herre min Gud! Til dig setter jeg min lit; frels mig fra alle mine forfølgere og redd mig,
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3
|Salmos 7:3|
forat ikke fienden skal sønderrive min sjel som en løve, sønderbryte, og det er ingen som redder!
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4
|Salmos 7:4|
Herre min Gud! Dersom jeg har gjort dette, dersom det er urett i mine hender,
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5
|Salmos 7:5|
dersom jeg har gjengjeldt den med ondt som holdt fred med mig, eller plyndret den som var min fiende uten årsak,
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6
|Salmos 7:6|
så la fienden forfølge min sjel og innhente den og trå mitt liv til jorden og legge min ære* i støvet. Sela. / {* d.e. sjel.}
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7
|Salmos 7:7|
Stå op, Herre, i din vrede, reis dig mot mine fienders rasen og våkn op til min hjelp! Du har jo påbudt dom.
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8
|Salmos 7:8|
Og la folkeslagenes forsamling omringe dig, og vend tilbake over den til det høie!
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9
|Salmos 7:9|
Herren holder dom over folkene; døm mig, Herre, efter min rettferdighet og efter min uskyld, som er hos mig!
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10
|Salmos 7:10|
La dog de ugudeliges ondskap få ende og den rettferdige stå fast! Du er jo den som prøver hjerter og nyrer, en rettferdig Gud.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva