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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Tito 1:11|
Disse skal en målbinde; for de nedriver hele hus ved å føre utilbørlig lære for ussel vinnings skyld.
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12
|Tito 1:12|
En av dem, deres egen profet, har sagt: Kreterne er alltid løgnere, onde dyr, late buker.
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13
|Tito 1:13|
Dette vidnesbyrd er sant. Derfor skal du tale dem strengt til rette, forat de må bli sunde i troen,
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|Tito 1:14|
så de ikke gir sig av med jødiske eventyr og bud av mennesker som vender sig bort fra sannheten.
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15
|Tito 1:15|
Alt er rent for de rene; men for de urene og vantro er intet rent; både deres sinn og deres samvittighet er urene.
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16
|Tito 1:16|
De sier at de kjenner Gud; men de fornekter ham med sine gjerninger, for de er vederstyggelige og ulydige og uduelige til all god gjerning.
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1
|Tito 2:1|
Men tal du det som sømmer sig for den sunde lære,
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2
|Tito 2:2|
at gamle menn skal være edrue, verdige, sindige, sunde i troen, i kjærligheten, i tålmodet;
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3
|Tito 2:3|
likeså at gamle kvinner i sin ferd skal te sig som det sømmer sig for hellige, ikke fare med baktalelse, ikke være træler av drikk, men veiledere i det gode,
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4
|Tito 2:4|
forat de kan lære de unge kvinner å elske sine menn og sine barn,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva