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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Tito 2:5|
å være sindige, rene, huslige, gode, lydige mot sine egne menn, forat Guds ord ikke skal bli spottet!
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|Tito 2:6|
De unge menn skal du likeledes formane til å være sindige,
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|Tito 2:7|
idet du i alle måter ter dig selv som et forbillede i gode gjerninger, og i din lære viser renhet, verdighet,
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|Tito 2:8|
en sund, ulastelig tale, forat motstanderen må gå i sig selv, idet han ikke har noget ondt å si om oss.
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|Tito 2:9|
Tjenere skal du formane til å være lydige mot sine egne herrer, i alle ting å tekkes dem, ikke å si imot,
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|Tito 2:10|
ikke å være utro, men vise all god troskap, forat de i alt kan være en pryd for Guds, vår frelsers lære.
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11
|Tito 2:11|
For Guds nåde er åpenbaret til frelse for alle mennesker,
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12
|Tito 2:12|
idet den optukter oss til å fornekte ugudelighet og de verdslige lyster og leve tuktig og rettferdig og gudfryktig i den nuværende verden,
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|Tito 2:13|
mens vi venter på det salige håp og åpenbarelsen av den store Guds og vår frelser Jesu Kristi herlighet,
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14
|Tito 2:14|
han som gav sig selv for oss for å forløse oss fra all urettferdighet og rense sig selv et eiendomsfolk, nidkjært til gode gjerninger.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva