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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Tito 2:5|
å være sindige, rene, huslige, gode, lydige mot sine egne menn, forat Guds ord ikke skal bli spottet!
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|Tito 2:6|
De unge menn skal du likeledes formane til å være sindige,
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7
|Tito 2:7|
idet du i alle måter ter dig selv som et forbillede i gode gjerninger, og i din lære viser renhet, verdighet,
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8
|Tito 2:8|
en sund, ulastelig tale, forat motstanderen må gå i sig selv, idet han ikke har noget ondt å si om oss.
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|Tito 2:9|
Tjenere skal du formane til å være lydige mot sine egne herrer, i alle ting å tekkes dem, ikke å si imot,
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|Tito 2:10|
ikke å være utro, men vise all god troskap, forat de i alt kan være en pryd for Guds, vår frelsers lære.
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11
|Tito 2:11|
For Guds nåde er åpenbaret til frelse for alle mennesker,
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12
|Tito 2:12|
idet den optukter oss til å fornekte ugudelighet og de verdslige lyster og leve tuktig og rettferdig og gudfryktig i den nuværende verden,
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|Tito 2:13|
mens vi venter på det salige håp og åpenbarelsen av den store Guds og vår frelser Jesu Kristi herlighet,
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14
|Tito 2:14|
han som gav sig selv for oss for å forløse oss fra all urettferdighet og rense sig selv et eiendomsfolk, nidkjært til gode gjerninger.
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Sugestões

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16 de julho LAB 563
SILENCIOSAS PALAVRAS
Provérbios 25-27
Estamos aqui, mais uma vez, felizes, alegres e empolgados, “juntos”, por dentro da Bíblia: estamos ligados em algo que é comum para nós, em algo que nos leva a um só pensamento, que é justamente o livro no qual nós cremos, a Bíblia, a Palavra de Deus.
Os provérbios que devemos ler hoje são muito interessantes e, para variar, sábios. A palavra dita ao seu tempo, na nossa leitura, diz que é como maçãs de ouro em salvas de prata. Na tradução da Nova Versão Internacional está escrito que “a palavra proferida no tempo certo é como frutas de ouro incrustadas numa escultura, numa moldura, de prata.” Ou seja, palavra certa, na hora certa, não tem dinheiro que paga. E se a palavra é boa quando é dita no tempo certo, então, é óbvio que existe também o tempo do silêncio, tempo em que é melhor não existirem as palavras.
Ao fazermos silêncio, desenvolvemos a capacidade de ouvir. Essa capacidade é tão importante como a de falar.
Isso me lembra uma história do mundo grego antigo. Diz que uma vez, teve um rapaz que pediu para que Sócrates ensinasse a ele tudo o que pudesse sobre oratória. Esse jovem queria aprender a arte de falar bem em público, buscando a ajuda, nada mais nada menos, do filósofo que foi simplesmente um dos maiores pensadores da Grécia antiga. A ele, muito se deve hoje da filosofia ocidental. Esse rapaz que queria ser aluno de Sócrates falava demais. Então, Sócrates exigiu o dobro do preço normal pelas aulas.
O rapaz ficou indignado e perguntou ao mestre:
- Mas por que o senhor está me cobrando o dobro?
Então Sócrates respondeu:
- É porque terei que ensinar a você duas ciências: uma é a que você está me pedindo, que é sobre como falar em público; mas a outra terei que ensinar antes dessa, que é acerca de como refrear a língua. Isso parece fácil: dominar a língua - Sócrates continuou explicando - mas não é. Primeiro, você precisa ser versado em conseguir dominar a língua deixando-a em repouso quando necessário, caso contrário, sofrerá grandes e graves consequências. E o pior, conseguirá gerar muita perturbação.
Essas palavras de Sócrates têm validade até hoje. O livro de Tiago ensina isso no capítulo três. Nossas palavras podem constituir tanto uma fonte de força e encorajamento quanto de fraqueza e desalento; elas podem tanto edificar quanto dilacerar.
Diante disso, o que fazer? Permita que o poder da Palavra de Deus controle sua mente, porque ela é boa. Isso você pode fazer lendo a Bíblia. Ah! E leia em silêncio, ok? Rs rs rs.
Valdeci Júnior
Fátima Silva