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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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14
|Salmos 71:14|
Men jag skall alltid hoppas och än mer föröka allt ditt lov.
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15
|Salmos 71:15|
Min mun skall förtälja din rättfärdighet, hela dagen din frälsning, ty jag känner intet mått därpå.
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16
|Salmos 71:16|
Jag skall frambära Herrens, HERRENS väldiga gärningar; jag skall prisa din rättfärdighet, ja, din allenast.
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17
|Salmos 71:17|
Gud, du har undervisat mig allt ifrån min ungdom; och intill nu förkunnar jag dina under.
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18
|Salmos 71:18|
Så övergiv mig ej heller, o Gud, i min ålderdom, när jag varder grå, till dess jag får förtälja om din arm för ett annat släkte, om din makt för alla dem som skola komma.
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19
|Salmos 71:19|
Din rättfärdighet når till himmelen, o Gud. Du som har gjort så stora ting, o Gud, vem är dig lik?
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20
|Salmos 71:20|
Du som har låtit oss pröva så mycken nöd och olycka, du skall åter göra oss levande och föra oss upp igen du jordens djup.
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21
|Salmos 71:21|
Ja, låt mig växa till alltmer; och trösta mig igen.
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22
|Salmos 71:22|
Så vill ock jag tacka dig med psaltarspel för din trofasthet, min Gud; jag vill lovsjunga dig till harpa, du Israels Helige.
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23
|Salmos 71:23|
Mina läppar skola jubla, ty jag vill lovsjunga dig; ja, jubla skall min själ, som du har förlossat.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva