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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Tagalog - Ang Dating Biblia (1905) -
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21
|Provérbios 4:21|
Huwag mangahiwalay sa iyong mga mata; Ingatan mo sa kaibuturan ng iyong puso.
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22
|Provérbios 4:22|
Sapagka't buhay sa nangakakasumpong, at kagalingan sa buo nilang katawan.
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23
|Provérbios 4:23|
Ingatan mo ang iyong puso ng buong sikap; sapagka't dinadaluyan ng buhay,
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24
|Provérbios 4:24|
Ihiwalay mo sa iyo ang masamang bibig, at ang mga suwail na labi ay ilayo mo sa iyo.
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25
|Provérbios 4:25|
Tuminging matuwid ang iyong mga mata, at ang iyong mga talukap-mata ay tuminging matuwid sa harap mo.
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26
|Provérbios 4:26|
Papanatagin mo ang landas ng iyong mga paa, at mangatatag ang lahat ng iyong lakad.
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27
|Provérbios 4:27|
Huwag kang lumiko sa kanan o sa kaliwa man: ihiwalay mo ang iyong paa sa kasamaan.
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1
|Provérbios 5:1|
Anak ko, pakinggan mo ang aking karunungan; ikiling mo ang iyong pakinig sa aking unawa:
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2
|Provérbios 5:2|
Upang makapagingat ka ng kabaitan, at upang ang iyong mga labi ay makapagingat ng kaalaman.
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3
|Provérbios 5:3|
Sapagka't ang mga labi ng masamang babae ay tumutulo ng pulot, at ang kaniyang bibig ay madulas kay sa langis:
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva