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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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8
|Deuteronômio 3:8|
And we took at that time the land out of the hand of the two kings of the Amorites, that were on this side the Jordan, from the river Arnon to mount Hermon
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9
|Deuteronômio 3:9|
(the Sidonians call Hermon Sirion, and the Amorites call it Senir):
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10
|Deuteronômio 3:10|
all the cities of the plateau, and all Gilead, and all Bashan, as far as Salchah and Edrei, the cities of the kingdom of Og in Bashan.
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11
|Deuteronômio 3:11|
For only Og the king of Bashan remained of the residue of giants: behold, his bedstead was a bedstead of iron; is it not in Rabbah of the children of Ammon? its length was nine cubits, and its breadth four cubits, after the cubit of a man.
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12
|Deuteronômio 3:12|
And this land we took in possession at that time. From Aroer, which is by the river Arnon, and the half of mount Gilead, and its cities, I gave to the Reubenites and to the Gadites;
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13
|Deuteronômio 3:13|
and the rest of Gilead, and all Bashan, the kingdom of Og, I gave to half the tribe of Manasseh. (The whole region of Argob, even all Bashan, is called a land of giants.
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14
|Deuteronômio 3:14|
Jair the son of Manasseh took the whole region of Argob as far as the border of the Geshurites and Maachathites, and called Bashan after his own name, Havoth-Jair, to this day.)
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15
|Deuteronômio 3:15|
And I gave Gilead to Machir.
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16
|Deuteronômio 3:16|
And to the Reubenites and to the Gadites I gave from Gilead even to the river Arnon, the middle of the ravine and its border, as far as the river Jabbok, the border of the children of Ammon;
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17
|Deuteronômio 3:17|
the plain also, and the Jordan, and [its] border from Chinnereth as far as the sea of the plain, the salt sea, under the slopes of Pisgah eastward.
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Sugestões

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07 de outubro AB 646
JESUS, HOMEM DE ORAÇÃO
Mateus 08-10
Logo após ter falado sobre a persistência na oração, Jesus saiu fazendo um monte de milagres. Por quê, será, não é mesmo?
Em Sua juventude, a madrugada e o crepúsculo vespertino muitas vezes O encontravam sozinho ao lado da montanha ou entre as árvores da floresta, passando uma hora silenciosa de oração e estudo da Palavra de Deus .
Quando o ministério de Cristo estava prestes a iniciar-se, Ele foi batizado pelas mãos de João. Ao sair da água, Ele Se ajoelhou à beira do Jordão e ofereceu ao Pai uma oração como o Céu jamais ouvira antes .
Ao Jesus ajoelhar-Se a beira do Jordão e oferecer Sua prece, a humanidade foi apresentada ao Pai por Aquele que havia coberto Sua divindade.
O próprio Jesus, enquanto Se encontrava entre [homens e mulheres], estava muitas vezes em oração. A oração vinha antes e santificava cada ato de Seu ministério. Por meio da oração Ele foi escudado para o dever e a provação.
...Sua humanidade tornou a oração uma necessidade e um privilégio
Numa vida toda votada ao bem dos outros, o Salvador achou necessário afastar-Se dos lugares movimentados e da multidão que O acompanhava, dia a dia. Precisava retirar-Se de uma vida de incessante atividade e contato com as necessidades humanas, para buscar sossego e ininterrupta comunhão com o Pai. Como uma pessoa identificada conosco, participante de nossas necessidades e fraquezas, dependia inteiramente de Deus, e no lugar oculto de oração buscava força divina, a fim de poder sair escudado para o dever e provação. Num mundo de pecado, Jesus suportou lutas e torturas de alma. Em comunhão com Deus, podia aliviar as dores que O esmagavam. Ali encontrava conforto e alegria .
...Ao terminar Seu trabalho diário, retirava-Se, noite após noite, da confusão da cidade, e Sua silhueta se inclinava em súplica ao Pai. Muitas vezes a claridade da Lua incidia sobre Ele, e de quando em quando as nuvens e trevas afugentavam toda luz. Ele freqüentemente persistia em Suas petições noite adentro, e o orvalho caía sobre Sua cabeça e barba, enquanto Ele permanecia em atitude suplicante. Ele saía revigorado desses momentos de oração, escudado para o dever e a provação .
Nenhuma outra vida já foi tão assoberbada de trabalho e responsabilidade como a de Jesus; todavia, quantas vezes estava Ele em oração! Quão constante era Sua comunhão com o Pai .
Muitos se acham tão absorvidos pelos cuidados e perplexidades mundanos que têm pouco tempo para orar, e sentem pouco interesse na oração. ... E oh, quão fervorosas e ferventes eram Suas súplicas!
Jesus foi um homem de oração.
Fonte: Ellen White.
Valdeci Júnior