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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Deuteronômio 24:1|
When a man taketh a wife, and marrieth her, it shall be if she find no favour in his eyes, because he hath found some unseemly thing in her, that he shall write her a letter of divorce, and give it into her hand, and send her out of his house.
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2
|Deuteronômio 24:2|
And she shall depart out of his house, and go away, and may become another man's wife.
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3
|Deuteronômio 24:3|
And if the latter husband hate her, and write her a letter of divorce, and give it into her hand, and send her out of his house; or if the latter husband die who took her as his wife;
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4
|Deuteronômio 24:4|
her first husband, who sent her away, may not take her again to be his wife, after that she is defiled; for it is an abomination before Jehovah; and thou shalt not cause the land to sin, which Jehovah thy God giveth thee for an inheritance.
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5
|Deuteronômio 24:5|
When a man hath newly taken a wife, he shall not go out with the army, neither shall any kind of business be imposed upon him; he shall be free for his house one year, and shall gladden his wife whom he hath taken.
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6
|Deuteronômio 24:6|
No man shall take the hand-mill or the upper millstone in pledge; for it would be taking life in pledge.
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7
|Deuteronômio 24:7|
If a man be found who hath stolen one of his brethren of the children of Israel, and who hath treated him as a slave and sold him, that thief shall die; and thou shalt put evil away from thy midst.
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8
|Deuteronômio 24:8|
Take heed in the plague of leprosy, that thou take great heed, and do according to all that the priests the Levites shall teach you: as I commanded them shall ye take heed to do.
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9
|Deuteronômio 24:9|
Remember what Jehovah thy God did unto Miriam on the way, after that ye came forth out of Egypt.
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10
|Deuteronômio 24:10|
When thou dost lend thy brother anything, thou shalt not go into his house to secure his pledge.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva