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Darby Version -
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1
|Ester 1:1|
And it came to pass in the days of Ahasuerus (that is, the Ahasuerus that reigned from India even to Ethiopia, over a hundred and twenty-seven provinces),
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2
|Ester 1:2|
in those days, when the king Ahasuerus sat on the throne of his kingdom, which was in Shushan the fortress,
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3
|Ester 1:3|
in the third year of his reign, he made a feast to all his princes and his servants; the power of Persia and Media, the nobles and the princes of the provinces being before him;
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4
|Ester 1:4|
when he shewed the glorious wealth of his kingdom and the splendid magnificence of his grandeur many days, a hundred and eighty days.
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5
|Ester 1:5|
And when these days were expired, the king made a feast to all the people that were present in Shushan the fortress, both to great and small, seven days, in the court of the garden of the king's palace.
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6
|Ester 1:6|
White, green, and blue [hangings] were fastened with cords of byssus and purple to silver rings and pillars of white marble; couches of gold and silver [lay] upon a pavement of red and white marble, and alabaster, and black marble.
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7
|Ester 1:7|
And they gave drink in vessels of gold (the vessels being diverse one from another), and royal wine in abundance, according to the king's bounty.
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8
|Ester 1:8|
And the drinking was, according to commandment, without constraint; for so the king had appointed to all the magnates of his house, that they should do according to every man's pleasure.
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9
|Ester 1:9|
Also the queen Vashti made a feast for the women of the royal house which belonged to king Ahasuerus.
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10
|Ester 1:10|
On the seventh day, when the king's heart was merry with wine, he commanded Mehuman, Biztha, Harbona, Bigtha, and Abagtha, Zethar, and Carcas, the seven chamberlains that served in the presence of king Ahasuerus,
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva