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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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10
|Isaías 2:10|
Enter into the rock, and hide thee in the dust, from before the terror of Jehovah, and from the glory of his majesty.
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11
|Isaías 2:11|
The lofty eyes of man shall be brought low, and the haughtiness of men shall be bowed down, and Jehovah alone shall be exalted in that day.
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12
|Isaías 2:12|
For there shall be a day of Jehovah of hosts upon everything proud and lofty, and upon everything lifted up, and it shall be brought low;
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13
|Isaías 2:13|
and upon all the cedars of Lebanon, high and lifted up, and upon all the oaks of Bashan;
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14
|Isaías 2:14|
and upon all the lofty mountains, and upon all the hills that are lifted up;
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15
|Isaías 2:15|
and upon every high tower, and upon every fenced wall;
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16
|Isaías 2:16|
and upon all the ships of Tarshish, and upon all pleasant works of art.
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17
|Isaías 2:17|
And the loftiness of man shall be bowed down, and the haughtiness of men shall be brought low; and Jehovah alone shall be exalted in that day:
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18
|Isaías 2:18|
and the idols shall utterly pass away.
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19
|Isaías 2:19|
And they shall go into the caves of the rocks, and into the holes of the earth, from before the terror of Jehovah, and from the glory of his majesty, when he shall arise to terrify the earth.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva