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Darby Version -
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16
|Neemias 13:16|
Men of Tyre also dwelt therein, who brought fish and all manner of ware, and sold it on the sabbath to the children of Judah, and in Jerusalem.
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17
|Neemias 13:17|
And I contended with the nobles of Judah, and said to them, What evil thing is this which ye do, profaning the sabbath day?
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18
|Neemias 13:18|
Did not your fathers thus, and did not our God bring all this evil upon us and upon this city? And ye will bring more wrath against Israel by profaning the sabbath.
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19
|Neemias 13:19|
And it came to pass, that when it began to be dark in the gates of Jerusalem before the sabbath, I commanded that the gates should be shut; and I commanded that they should not be opened till after the sabbath. And I set [some] of my servants at the gates, so that no burden should be brought in on the sabbath day.
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20
|Neemias 13:20|
And the dealers and sellers of all kind of ware passed the night without Jerusalem once or twice.
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21
|Neemias 13:21|
And I testified against them, and said to them, Why do ye pass the night before the wall? if ye do so again, I will lay hands on you. From that time forth they came not on the sabbath.
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22
|Neemias 13:22|
And I commanded the Levites that they should purify themselves, and that they should come and keep the gates, to hallow the sabbath day. Remember this also for me, my God, and spare me according to thy great loving-kindness!
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23
|Neemias 13:23|
In those days also I saw Jews that had married wives of Ashdod, of Ammon, [and] of Moab.
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24
|Neemias 13:24|
And their children spoke half in the language of Ashdod, and could not speak in the Jews' language, but according to the language of each people.
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25
|Neemias 13:25|
And I contended with them, and cursed them, and smote certain of them and plucked off their hair, and adjured them by God [saying], Ye shall not give your daughters to their sons, nor take their daughters for your sons or for yourselves.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva