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Darby Version -
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1
|Neemias 4:1|
And it came to pass that when Sanballat heard that we built the wall, he was angry and very indignant, and mocked the Jews.
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2
|Neemias 4:2|
And he spoke before his brethren and the army of Samaria, and said, What do these feeble Jews? shall they be permitted to go on? Will they offer sacrifices? Will they finish in a day? Will they revive the stones out of the heaps of rubbish, when they are burned?
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3
|Neemias 4:3|
And Tobijah the Ammonite was by him, and he said, Even that which they build, if a fox went up, it would break down their stone wall. --
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4
|Neemias 4:4|
Hear, our God, for we are despised, and turn their reproach upon their own head, and give them for a prey in a land of captivity!
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5
|Neemias 4:5|
And cover not their iniquity, and let not their sin be blotted out from before thee; for they have provoked the builders.
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6
|Neemias 4:6|
But we built the wall; and all the wall was joined together to the half thereof; for the people had a mind to work.
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7
|Neemias 4:7|
And it came to pass, when Sanballat, and Tobijah, and the Arabians, and the Ammonites, and the Ashdodites heard that the walls of Jerusalem were being repaired, that the breaches began to be stopped, then they were very wroth,
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8
|Neemias 4:8|
and conspired all of them together to come to fight against Jerusalem, and to hinder it.
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9
|Neemias 4:9|
Then we prayed to our God, and set a watch against them day and night, because of them.
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10
|Neemias 4:10|
And Judah said, The strength of the bearers of burdens faileth, and there is much rubbish; so that we are not able to build at the wall.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva